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Comerciante leva golpe ao vender piscina em Ponta Porã

Denúncia de estelionato, falsidade ideológica e receptação foi atendida pela Polícia Militar de Ponta Porã na tarde desta quinta-feira (27), na Rua Paraguai, onde o comerciante L. O. R., 36 anos, proprietário de uma loja de piscinas relatou que vendeu uma piscina para João Matias Neto, registrando RG e CPF do cliente. Em checagem posterior, […]

Arquivo Publicado em 28/01/2011, às 20h14

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Denúncia de estelionato, falsidade ideológica e receptação foi atendida pela Polícia Militar de Ponta Porã na tarde desta quinta-feira (27), na Rua Paraguai, onde o comerciante L. O. R., 36 anos, proprietário de uma loja de piscinas relatou que vendeu uma piscina para João Matias Neto, registrando RG e CPF do cliente.


Em checagem posterior, a vítima constatou que os documentos pertenciam na verdade ao nome de Wilfrido Dranco Santa Cruz, 42 anos, que além desse inconveniente, o comerciante também perdeu em R$ 6 mil, dinheiro que havia dado de ‘troco’ para um cheque de terceiro que o comprador deu no valor de R$ 13.450.


A vítima depositou os cheques, já que era da praça de Campo Grande, mas todos foram devolvidos no dia 21 de janeiro, por motivos de restrições. Após perceber que fora enganado, a vítima procurou por Wilfrido no endereço que indicou na hora da compra da piscina, mas não o localizou.


Passou então a procurar por conta própria o suspeito, até obter a informação de que a mudança do golpista estava sendo transportada do Bairro da Granja, em Ponta Porã, para o Paraguai. A vítima localizou a mudança que estava sendo levada numa camioneta e chegou a uma residência na Rua Paraguai, centro de Ponta Porã.


No local, a PM conversou com a senhora E. L. M., 54 anos, mas ela alegou não saber nada a respeito de Wilfrido Franco Santa Cruz. Informada sobre o suposto golpe ao comércio, a mulher alegou que não sabia o paradeiro do acusado e nem onde poderia estar. Dando continuidade ao atendimento, os policiais encontraram em uma bolsa da mulher um termo de depoimento da Delegacia de Polícia Federal de Ponta Porã.


Diante da constatação, ela acabou admitindo que Wilfrido trabalharia como capataz da fazenda de seu esposo. A mulher e a vítima foram encaminhadas ao 1º Distrito Policial, sem lesões corporais, para as providências cabíveis.

Jornal Midiamax