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Com quebra de recorde, Marílson vence Meia Maratona de SP

Tricampeão da São Silvestre, Marílson dos Santos não poderia ter pedido por uma melhor estreia na temporada 2011. Na manhã deste domingo, o atleta venceu a quinta edição da Meia Maratona de São Paulo com direito a quebra de recorde da prova, completando o percurso em 1h03min12. No feminino, a queniana Agnes Jepkosgei Cheserek foi […]

Arquivo Publicado em 27/02/2011, às 16h56

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Tricampeão da São Silvestre, Marílson dos Santos não poderia ter pedido por uma melhor estreia na temporada 2011. Na manhã deste domingo, o atleta venceu a quinta edição da Meia Maratona de São Paulo com direito a quebra de recorde da prova, completando o percurso em 1h03min12. No feminino, a queniana Agnes Jepkosgei Cheserek foi a primeira a cruzar a linha de chegada.

“Foi uma prova dura, difícil, e o percurso não é fácil, além do calor que também atrapalhou bastante”, disse Marílson, ao final da Meia Maratona, que teve largada e chegada na Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu. “Consegui uma boa vantagem e fiz uma boa marca. Agora é melhorar minha marca pessoal da maratona”, completou Marílson, que ainda atendeu aos fãs depois da prova.

O pódio da Meia Maratona de São Paulo foi dominado pelos brasileiros. Com Marílson no topo, Paulo Roberto Almeida e Damião Ancelmo de Souza completaram a lista dos três primeiros, enquanto Valdir Sergio de Oliveira, campeão do ano passado, terminou em quarto, seguido por João Ferreira de Lima.

Pela prova feminina, a queniana Agnes Cheserek dominou praticamente todo o percurso da prova, vencendo a corrida em 1h16min21. A brasileira Adriana Aparecida da Silva terminou em segundo lugar, cruzando a linha de chegada em 1h16min30.

Em terceiro lugar, apareceu a tanzaniana Zerfe Worku Sakilu, seguida por Jackline Juma Sakilu e Marily dos Santos. Das cinco edições do Meia Maratona de São Paulo, esta é a quarta vez que uma estrangeira vence.

“Foi uma prova muito dura e bastante quente”, disse Adriana. “Foi uma briga boa entre as brasileiras e as quenianas, e graças a Deus deu pra fazer uma boa prova”, completou a brasileira, que seguiu no pelotão das quenianas até o quilômetro cinco e recuperou a distância ao final da prova.

“Desde o quilômetro 18 vinha brigando e Agnes mantendo a distância. Tentava encostar e ela conseguia abrir. Foi um tempo alto dentro do que estava esperando correr, mas estava bastante quente e várias subidas, foi um bom tempo”, concluiu.

Jornal Midiamax