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Com bom ritmo, douradense Kanieski se classifica para final dos 1.500 m livre

A prova mais longa da natação terá um representante brasileiro lutando pelo pódio nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Nesta segunda-feira, Lucas Kanieski teve bom ritmo e desempenho, garantindo vaga na briga pelo ouro com o quinto melhor tempo. O americano Ryan Feeley foi o mais rápido na eliminatória. Lucas nadou na primeira série eliminatória e […]

Arquivo Publicado em 17/10/2011, às 18h28

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A prova mais longa da natação terá um representante brasileiro lutando pelo pódio nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Nesta segunda-feira, Lucas Kanieski teve bom ritmo e desempenho, garantindo vaga na briga pelo ouro com o quinto melhor tempo. O americano Ryan Feeley foi o mais rápido na eliminatória.
Lucas nadou na primeira série eliminatória e não conseguiu competir com o americano Arthur Dennis Frayler. Revezou a segunda e terceira colocação com o venezuelano Alejandro Gomez, mas levou vantagem: com regularidade e bom ritmo, fechou os 1.500 m em 15min39s79. Após a prova, se mostrou satisfeito com o desempenho e esperançoso para a final, que será disputada na terça.
“Acho que foi dentro do esperado. Segurei um pouco para melhorar amanhã (terça) e tentar uma medalhinha”, apontou. Kanieski é uma das jovens apostas da natação do Brasil, depois de se destacar em competições sul-americanas de juniores: conquistou medalhas nos Jogos Desportivos de Medellín e na Copa Latina Mar Del Plata, ambas em 2010. No sábado, se classificou à final dos 400 m livre, mas terminou em quinto – o americano Charles Gipson Houchin ficou com o ouro.
Já Luiz Arapiraca não fez uma boa prova: nadou atrás na segunda série eliminatória e terminou em último, com o tempo de 16min28s19. O desempenho ficou muito abaixo do esperado e do que costuma apresentar: o atleta volta de lesão no ombro e teve apenas duas semanas de treinamento antes da viagem ao México.
“Acho que foi bom, não senti dor nenhuma, meu ombro suportou bem, não fadigou. Isso que importa, agora é voltar a treinar e fazer o índice olímpico, já que estou muito perto. Meu melhor é 15s12 e o índice é 15s10, acho que agora é treinar e ano que vem estar na Olimpíada. O pensamento está só em Londres”, apontou o atleta baiano.
As expectativas do nadador, portanto, já eram baixas – sequer sabia se viria ao Pan por conta do problema. Natural de Feira de Santana, Arapiraca tem as disputas de longa distância como especialidade. Em 2009, quebrou o recorde sul-americano de duas provas: 800 m livre e 1.500 m livre.
Jornal Midiamax