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Carro roubado no São Lourenço aparece queimado no Carandá Bosque

De moto, bandidos armados abordaram um homem de 33 anos. O carro foi encontrado ontem (20) à noite, mas completamente destruído pelas chamas.

Arquivo Publicado em 21/10/2011, às 12h48

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De moto, bandidos armados abordaram um homem de 33 anos. O carro foi encontrado ontem (20) à noite, mas completamente destruído pelas chamas.

Um homem de 33 anos, que não teve a identidade revelada pela polícia, foi vítima de roubo qualificado por volta das 16hs desta quinta-feira (20). Ele seguia em um veículo Citroen C4 Pallas pela rua Marquês de Lavradio, no Jardim São Lourenço, em Campo Grande, quando foi abordado por dois homens em uma moto.

No momento em que o condutor parou o carro atrás de um caminhão, o garupa da motocicleta apontou a arma para a vítima e mandou que ela saísse do automóvel. Enquanto um indivíduo assumiu a direção do carro, o outro foi dando cobertura com a moto.

O motorista pediu socorro num posto de gasolina nas imediações da Marquês de Lavradio. A polícia militar foi acionada, fez rondas na região, mas os marginais não foram encontrados.

Como se não bastasse o drama de ter uma arma apontada para ele, o homem de 33 anos teve outra péssima notícia na noite de ontem. Por volta das 21hs, o veículo foi localizado completamente destruído pelas chamas, na rua Vagner Jorge Bortoto Garcia, no Carandá Bosque 3, região da Uniderp Agrárias.

Acionado por populares, quando os homens do Corpo de Bombeiros chegaram ao local, já não havia tempo para evitar o incêndio; só foi possível mesmo fazer o resfriamento.

A PM novamente foi acionada e constatou- se então que o C4 Pallas havia sido roubado. Até agora não se sabe o motivo, mas o carro foi enviado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), no centro de Campo Grande, já que o caso deveria ser enviado diretamente à Defurv (Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos).

O automóvel, que era de cor preta, ficou totalmente irreconhecível. De acordo com a assessoria da Polícia Civil da capital, os marginais podem ter ateado fogo depois de, provavelmente, terem usado o veículo em um outro tipo de delito. Casos como esse ocorrem com freqüência em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, onde marginais incendeiam os carros roubados para evitar deixar vestígios do crime.

Jornal Midiamax