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Câmara exonera assessor que denunciou suposta venda de casas populares em MS

O presidente da Câmara de Campo Grande, Paulo Siufi, disse que o legislativo está aberto para uma 'devassa'

Arquivo Publicado em 10/05/2011, às 13h19

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O presidente da Câmara de Campo Grande, Paulo Siufi, disse que o legislativo está aberto para uma ‘devassa’

O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Paulo Siufi (PMDB), defendeu uma ‘devassa’ em todos os gabinetes do legislativo campo-grandense e disse que não acredita no funcionamento de um esquema para favorecimento na distribuição de casas populares construídas em MS pela Agehab e Emha.


As denúncias foram feitas na semana passada pelo assessor parlamentar Celso Roberto Costa. Ele disse em entrevista gravada que funcionaria no gabinete do chefe, vereador Vanderlei Cabeludo (PMDB) um esquema de venda das casas populares e acabou ele próprio preso após a veiculação das denúncias.


Todos os conteúdos foram retirados do ar no dia 6 por força de liminar solicitada pelo secretário de estado Osmar Jerônimo, que foi citado nos vídeos com comentários de cunho pessoal.


Logo na abertura da sessão desta terça-feira (10), Siufi anunciou à imprensa a exoneração sumária de Celso Roberto Costa, que trabalhava no gabinete de Cabeludo. Segundo o presidente da Câmara, o próprio vereador denunciado foi quem pediu a exoneração do assessor que fez as denúncias.


Sorteios públicos


No centro do escândalo, o mecanismo para escolha dos mutuários que recebem as casas dos programas habitacionais da EMHA e da AGEHAB também está em discussão na Câmara. Paulo Siufi defendeu que, ao invés do sistema atual, sorteios em praça publica.

Jornal Midiamax