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Apple e Amazon colocam Brasil no foco tecnológico de investimento em 2012

O ano de 2011 foi um ano que traduziu o amadurecimento do brasileiro em relação ao uso da internet. Para que se tenha uma ideia, neste ano, se as previsões dos especialistas estiverem corretas, mais de 32 milhões de brasileiros terão comprado algum tipo de produto ou serviço via internet. Esse número significa um aumento […]

Arquivo Publicado em 26/12/2011, às 23h35

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O ano de 2011 foi um ano que traduziu o amadurecimento do brasileiro em relação ao uso da internet. Para que se tenha uma ideia, neste ano, se as previsões dos especialistas estiverem corretas, mais de 32 milhões de brasileiros terão comprado algum tipo de produto ou serviço via internet. Esse número significa um aumento de 8 milhões de pessoas em relação à 2010. Atentas a esse crescimento, empresas como a Apple e Amazon começam a se interessar por uma fatia desse bolo brasileiro.


Para se instalar no Brasil, a criadora dos gagets Macbook, iPads e iPods atuou através da sua fabricante, a empresa taiwanessa Foxconn que agora produz o iPhone no país. Com a produção do smarphone da Apple em território nacional, a empresa comandada por Tim Cook deu início a um novo capítulo de investimentos de empresas estrangeiras no Brasil comercializando seus produtos desbloqueados através da web. De maneira semelhante, a Amazon, outra gigante da tecnologia e ecommerce mundial, começou a disponibilizar seu serviço de nuvem agora em São Paulo, o Amazon Web Services (AWS).


Celso Fortes, diretor de criação da agência web Novos Elementos afirma que o país atraiu essas gigantes como consequência do crescimento do mercado nacional. No entanto, o especialista em internet faz ressalvas quanto a atuação delas no país: “A Apple seguiu a tendência de grandes fabricantes como HP e Dell, mas a empresa ainda não trouxe preços competitivos. No caso da Amazon, para que ela tenha sucesso no mercado brasileiro, ela precisa trazer a gama de produtos que vende mundo afora. Se trouxer com baixo preço, terá sucesso, pois para o consumidor o que importa é o preço baixo”, finaliza.


Jornal Midiamax