Após ‘bilhetinho’, deputados seguram votação das contratações temporárias de André

O projeto, que autoriza Puccinelli a realizar contratações temporárias, deveria ser colocado em votação com acordo de líderes. Mas a oposição segurou e adiou assinatura do 'cheque em branco'.
| 07/12/2011
- 20:00
Após ‘bilhetinho’, deputados seguram votação das contratações temporárias de André

O projeto, que autoriza Puccinelli a realizar contratações temporárias, deveria ser colocado em votação com acordo de líderes. Mas a oposição segurou e adiou assinatura do ‘cheque em branco’.

O Projeto de Lei do Poder Executivo que autoriza contratações temporárias e sem concurso em caso de necessidade de interesse público deveria ter sido colocada em votação nesta quarta-feira (7), na Assembleia, por acordo de líderes, mas foi adiada pela não concordância do líder do PT, deputado Paulo Duarte.

A votação, marcada para a terça-feira (13), deve agitar os debates entre os opositores capitaneados pelos deputados Paulo Duarte e Pedro Kemp (PT), que deixaram clara sua oposição ao projeto por ele representar um cheque assinado em branco.

A bancada de apoio ao governo, não aceita os comentários que circulam entre os próprios deputados, de que o projeto seria na verdade um “correio elegante”, termo cunhado após o bilhete enviado pelo governador aos deputados de sua base alidada.

Segundo o líder do governo na Assembleia, deputado Júnior Mochi (PMDB) a Lei apresentada não é inconstitucional, pois retoma o texto de uma lei que havia desde o governo de José Orcírio dos Santos.

Mochi entende que pelo fato da lei haver estado em vigor durante todo um governo do PT, não há motivos legais para que a ‘oposição de agora’, impeça a votação.

As diversas alterações na Lei, por não atender aos anseios e necessidades dos diversos governos ou pela inconstitucionalidade de seu texto, fizeram com que o atual governo, enviasse a Assembleia este Projeto, buscando atender resolver a operação padrão desencadeada pelos servidores da Iagro.

 

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