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Após assassinato de soldado, comandante-geral da PM promete reação em Dourados

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, coronel Carlos Alberto Davi dos Santos esteve em Dourados ontem acompanhando pessoalmente o desenrolar das investigações sobre o confronto que resultou na morte do PM Sandro Álvares Morel. O coronel disse que o comando da PM vai acompanhar até o final as investigações e rechaçou […]

Arquivo Publicado em 10/05/2011, às 12h58

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O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, coronel Carlos Alberto Davi dos Santos esteve em Dourados ontem acompanhando pessoalmente o desenrolar das investigações sobre o confronto que resultou na morte do PM Sandro Álvares Morel.


O coronel disse que o comando da PM vai acompanhar até o final as investigações e rechaçou as insinuações de que os dois policiais militares não estariam de serviço no domingo.


Carlos Alberto disse que o comando do batalhão de Dourados tinha conhecimento da operação e autorizou a ação de Sandro e José Pereira de Souza. “O resto é fantasia”, disse o comandante para rebater as acusações de a ação dos policias aconteceu sem o conhecimento do comando.


“Já instauramos um Inquérito Policia Militar para apurar os fatos e queremos contribuir com a Polícia Civil para que justiça seja feita”, disse o comandante que aproveitou para anunciar que “muita gente vai sair pelo ladrão” em Dourados numa alusão as ações que a PM vai realizar na cidade para reduzir os índices de criminalidade.


O coronel prometeu rigor da PM nos próximos dias.


Carlos Alberto disse que os policiais Sandro e José Pereira foram autorizados pelo comando para atuar numa ocorrência a partir de um chamado pelo telefone 190. A ligação foi feita pela guarda municipal Zilda Aparecida Rodrigues Ramires que acreditava existir drogas no apartamento 31 do Condomínio Indaiá onde mora o policial federal Leonardo de Lima Pacheco.


O comandante da PM destacou o profissionalismo do soldado Sandro Morel considerado um policial exemplar. “Foi uma grande perda para a corporação”, disse o coronel Carlos Alberto que lamentou o fato que deixou uma família cheia de tristeza “por isso queremos uma investigação profunda”.

Jornal Midiamax