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Voto repetido em senador anula o segundo, informa TRE-MS

Nestas eleições, os eleitores poderão votar em dois candidatos a senador. Diferente de anos anteriores, os postulantes ao cargo, não aparecerão na mesma tela. Porém, o eleitor não poderá repetir o voto em um mesmo senador. Se isso ocorrer, o segundo voto será anulado, explica a assessoria de comunicação do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral) de Mato Grosso do Sul

Arquivo Publicado em 16/09/2010, às 15h41

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Nestas eleições, os eleitores poderão votar em dois candidatos a senador. Diferente de anos anteriores, os postulantes ao cargo, não aparecerão na mesma tela. Porém, o eleitor não poderá repetir o voto em um mesmo senador. Se isso ocorrer, o segundo voto será anulado, explica a assessoria de comunicação do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral) de Mato Grosso do Sul

Nestas eleições, os eleitores poderão votar em dois candidatos a senador. Diferente de anos anteriores, os postulantes ao cargo, não aparecerão na mesma tela. Porém, o eleitor não poderá repetir o voto em um mesmo senador. Se isso ocorrer, o segundo voto será anulado, explica a assessoria de comunicação do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral) de Mato Grosso do Sul.

Quatro nomes estão na disputa pelas duas vagas de senador por MS: Delcídio do Amaral (PT) e Dagoberto Nogueira (PDT) da coligação “A Força do Povo” e Waldemir Moka (PMDB) e Murilo Zauith (DEM) que concorrem pela coligação “Amor, Trabalho e Fé”.

Ontem, o quinto candidato, Jorge Batista (Psol), foi declarado oficialmente fora da disputa pelo TRE-MS. O candidato a primeiro suplente dele desistiu e o partido não quis indicar outro nome inviabilizando a chapa inteira. Batista vive conflitos internos no Psol.

Votação Paralela

O TRE-MS está realizando desde segunda-feira treinamentos para o Sistema de Votação Paralela. Nesta sexta-feira, dia 17.09, mais uma turma de auxiliares será treinada. A votação paralela acontece no dia da eleição oficial e no mesmo horário, das 8h às 17h. Esse sistema faz uma simulação de uma eleição e serve para verificar se o somatório dos votos está de acordo com a urna eletrônica e se o voto digitado pelo eleitor é realmente computado na urna, demonstrando a confiabilidade do sistema. 

Na semana que antecede o pleito, os fiscais dos partidos votam em cédulas de papel, as quais serão depositadas numa urna de lona. Em seguida, essa urna de lona será lacrada com a assinatura dos fiscais. No domingo, o primeiro passo será abrir a urna de lona, retirar uma cédula qualquer e digitá-la primeiro num programa no computador e, depois, nas urnas eletrônicas sorteadas.

O trabalho será todo supervisionado por câmeras filmadoras de empresas contratadas pelo TRE-MS. Ao final dessa votação, serão emitidos os boletins das urnas e o relatório do sistema do computador, sendo que os seus resultados devem ser idênticos, pois o conteúdo das cédulas foi digitado tanto nas urnas quanto no computador. Os trabalhos são públicos.

Jornal Midiamax