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Torcedor do Corinthians é detido após confusão com Rogério Ceni

Como se não bastasse a derrota por 4 a 3 para o Corinthians, o goleiro Rogério Ceni, do São Paulo, ainda se viu envolvido numa confusão na saída do estádio do Pacaembu. Enquanto se dirigia para o ônibus, o goleiro foi abordado por um torcedor corintiano chamado Alexander e que trabalha na lanchonete do estádio […]

Arquivo Publicado em 28/03/2010, às 23h25

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Como se não bastasse a derrota por 4 a 3 para o Corinthians, o goleiro Rogério Ceni, do São Paulo, ainda se viu envolvido numa confusão na saída do estádio do Pacaembu.

Enquanto se dirigia para o ônibus, o goleiro foi abordado por um torcedor corintiano chamado Alexander e que trabalha na lanchonete do estádio do Pacaembu. Na primeira versão, o rival teria desferido um tapa no rosto do são-paulino. Seguranças do Tricolor conseguiram deter o sujeito, que teria sido, então, agredido.

Ceni, porém, através da assessoria de imprensa do clube, diz que foi realmente abordado por um torcedor, mas garante que não houve agressão. Segundo ele, o corintiano teria apenas estendido a mão e feito uma ironia, citando a falha dele no gol de Roberto Carlos. O camisa 1 do São Paulo disse que sequer fará boletim de ocorrência sobre o episódio.

Levado para o Jecrim (Juizado Especial Criminal) dentro do Pacaembu, o torcedor prestou depoimento e foi liberado. O promotor Paulo Castilho, que viu o tumulto entre os seguranças do São Paulo e o agressor, confirmou que Ceni não quer levar o caso adiante.

– Eu já estava indo embora quando me deparei com o tumulto dos seguranças do São Paulo detendo o sujeito, que teria dado um tapa no Rogério. Contatei o Milton Cruz e Ricardo Gomes, dizendo que precisaria de representação do São Paulo, mas eles disseram que o Rogério não quis falar nada, já que estava indo embora. Está tudo sob controle, o Rogério Ceni esta tranquilo, e não quis representar – disse o promotor

Segundo Paulo Castilho, porém, o episódio pode ser investigado. Ele até acredita que Ceni possa ter sido agredido, mas não quis polemizar ainda mais o incidente.

– Depende do que o promotor que recebeu esses autos decidir, ele pode querer dar continuidade, se considerar necessário. O delito foi de menor potencial ofensivo. Ele não confessou a agressão. Mas, pela experiência que tenho e pelos seguranças do São Paulo, que estavam revoltados, percebemos que houve agressão – concluiu.

Jornal Midiamax