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Suplente do Senador Tuma vai pedir liberação para assumir o cargo

O primeiro suplente do senador Romeu Tuma (PTB-SP), Alfredo Cotait Neto (DEM-SP), afirmou ao G1 nesta terça-feira (26), por telefone, que vai pedir ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), para ser liberado do cargo de secretário de Relações Internacionais para assumir o mandato no Senado. Tuma morreu nesta terça-feira (26) em São Paulo. […]

Arquivo Publicado em 26/10/2010, às 19h41

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O primeiro suplente do senador Romeu Tuma (PTB-SP), Alfredo Cotait Neto (DEM-SP), afirmou ao G1 nesta terça-feira (26), por telefone, que vai pedir ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), para ser liberado do cargo de secretário de Relações Internacionais para assumir o mandato no Senado. Tuma morreu nesta terça-feira (26) em São Paulo. O mandato vai até 31 de janeiro de 2011.


“Eu dependo agora de uma conversa com o prefeito Gilberto Kassab para ver se pode me liberar ou não. Caso venha a me liberar, pretendo assumir até pela memória do senador Romeu Tuma. A princípio, eu gostaria muito de assumir, até para completar a obra do senador Romeu Tuma. Seria em memória dele, seria um grande orgulho”, afirmou.


O secretário disse ainda não ter marcado a conversa que pretende ter com Kassab para pedir a liberação. A reportagem tentou contato com um assessor do prefeito, mas as ligações não foram atendidas.


Ao G1, Cotait afirmou que acompanha a vida política de Tuma desde o início da carreira dele e lamentou a morte do senador. “Era uma pessoa por quem eu tinha uma estima muito grande, um respeito grande, por ele ser realmente um grande líder. É um momento muito triste.”


Cotait afirmou que vinha acompanhando o drama do senador e que torceu por sua reabilitação. “Recebi a notícia do falecimento no início da tarde. Eu estava acompanhando o drama desde o momento em que ele estava internado. As informações eram restritas, mas a gente sabia do quadro grave que ele vinha passando. Estávamos rezando para que ele conseguisse sair desse quadro mais grave, mas infelizmente não deu.”

Jornal Midiamax