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Promotoria obtém vídeo com suspeitos de atirar em Cabañas, jogador paraguaio

A Promotoria da Cidade do México teve acesso a um vídeo de cinco minutos que mostra supostos responsáveis pelo tiro que atingiu a cabeça do jogador paraguaio Salvador Cabañas, hospitalizado em estado crítico. As imagens foram captadas por câmeras instaladas em um bar em que estava o jogador. Uma das câmeras estava posicionada diante do […]

Arquivo Publicado em 26/01/2010, às 19h16

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A Promotoria da Cidade do México teve acesso a um vídeo de cinco minutos que mostra supostos responsáveis pelo tiro que atingiu a cabeça do jogador paraguaio Salvador Cabañas, hospitalizado em estado crítico.

As imagens foram captadas por câmeras instaladas em um bar em que estava o jogador. Uma das câmeras estava posicionada diante do banheiro onde ele foi baleado.

O vídeo começa às 05h14 (09h14 de Brasília) da manhã de segunda-feira quando dois homens entraram no banheiro. Apenas um deles saiu e ficou na frente do banheiro conversando com uma mulher loira que, segundo a Promotoria, é de nacionalidade cubana e bailarina de profissão. Cabañas e sua esposa passaram por eles e se separaram.

A mulher loira se despediu do homem, que entrou novamente no banheiro, onde encontraria Cabañas e seu suposto agressor.


Logo depois, apareceu um segurança que entrou no banheiro, mas que imediatamente foi empurrado para fora e repreendido pelos dois homens, que saíram apressadamente pela porta principal do bar sem dificuldades.

Uma câmera externa mostrou dois veículos usados na fuga que estavam à espera deles perto da entrada do local, cinco minutos depois do início da gravação.

“Não temos dúvida de que nesse espaço de tempo [Cabañas] recebe o tiro”, disse o promotor Miguel Ángel Mancera.

Mancera identificou os homens apenas como Jesús e Francisco, que permanecem foragidos enquanto que funcionários do local estão prestando depoimento.

Cabañas, 29, permanece em estado crítico no hospital Los Angeles, no sul da capital mexicana, depois de ter sido submetido a uma cirurgia. A bala, que ficou alojada em sua cabeça, não foi extraída.

Jornal Midiamax