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Projeto “Papo de Responsa” será desenvolvido na Capital

Após o carnaval, o projeto “Papo de Responsa” será desenvolvido em Campo Grande. Coordenadores e agentes do projeto no Rio de Janeiro, onde os trabalhos começaram há sete anos, apresentaram, hoje (26) no Museu da Imagem e Som, como funciona o “Papo de Responsa”. O projeto será desenvolvido pelo Conselho Municipal da Juventude, Polícia Militar, […]

Arquivo Publicado em 26/01/2010, às 20h14

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Após o carnaval, o projeto “Papo de Responsa” será desenvolvido em Campo Grande. Coordenadores e agentes do projeto no Rio de Janeiro, onde os trabalhos começaram há sete anos, apresentaram, hoje (26) no Museu da Imagem e Som, como funciona o “Papo de Responsa”.

O projeto será desenvolvido pelo Conselho Municipal da Juventude, Polícia Militar, secretarias estaduais de Saúde (SES), de Trabalho e Assistência Social (Setas) e Educação (SED), além de outras instituições públicas e privadas, começam a desenvolver

No Rio de Janeiro, conforme o coordenador do projeto “Papo de Responsa” no Rio de Janeiro, policial civil Roberto Chaves, os trabalhos são desenvolvidos pela Polícia Civil em parceria com o Grupo Cultural Afroreggae. Já na Capital, é a Polícia Militar que será responsável pelo projeto, em parceria com outras entidades. Segundo o Chefe do Estado Maior da PM, coronel Luiz Carlos Garcia Gomes, um dos motivos do convite do Conselho Municipal da Juventude foi todo a ação em bairros feita pela Polícia Comunitária.

“Temos quatro bases comunitárias em Campo Grande nos bairros Los Angeles, Aero Rancho, Cophatrabalho e Nova Lima. A idéia é usar essas bases como ponto de referência. Como aqui não há o Afroreggae, convidamos para a apresentação do projeto representantes de Diretório Central de Estudantes (DCE) e grêmios estudantis para que eles façam esse papel de reunir os jovens”, conta o coronel Garcia.

De acordo com o Chefe do Estado Maior, após o carnaval, os trabalhos do projeto na Capital já devem começar. “Por isso, estão aqui representantes da Saúde, Educação, Assistência Social porque vamos abordar assuntos dessas áreas. Mais tarde, poderemos trabalhar também com as Uneis”, conta. (Com informações da assessoria)

Jornal Midiamax