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Professores de MS rejeitam índice de 6% e discutem greve para fevereiro

Em reunião na sede da Fetems – Federação dos Trabalhadores em Educação de MS – cerca de 200 delegados municipais rejeitaram a proposta de reajuste do governador André Puccinelli (PMDB). O projeto de lei encaminhado pelo governo para Assembleia propõe aumento de 6% nos honorários dos educadores. Com a rejeição, existe possibilidades de greve geral dos educadores […]

Arquivo Publicado em 14/12/2010, às 21h55

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Em reunião na sede da Fetems – Federação dos Trabalhadores em Educação de MS – cerca de 200 delegados municipais rejeitaram a proposta de reajuste do governador André Puccinelli (PMDB). O projeto de lei encaminhado pelo governo para Assembleia propõe aumento de 6% nos honorários dos educadores.


Com a rejeição, existe possibilidades de greve geral dos educadores já em fevereiro de 2011.


Segundo Roberto Botarelli, secretário de finanças da Federação, na 1ª semana de Fevereiro haverá assembléia em todos os municípios do estado. E logo na 2ª semana acontecerá uma assembleia geral da Fetems, com um indicativo estadual da classe.


“Dependendo do resultado dessas reuniões, tanto municipais quanto estadual, pode sim ser realizada uma paralisação já em fevereiro”, ressalta o secretário.


A direção da Fetems acredita que o reajuste que passaria a valer a partir de janeiro de 2011 está aquém das expectativas da categoria. Jaime Teixeira, presidente da Federação, afirma que os professores estão dialogando com o governo no sentido de ter uma política salarial a médio prazo.


Para a categoria, o salário dos professores em Mato Grosso do Sul deveria se equiparar ao piso nacional para uma jornada de 20 horas semanais. Atualmente, segundo a Fetems, os salários são equiparados apenas na jornada de 40 horas.

Jornal Midiamax