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Preço do material escolar cai 7,7% em Campo Grande

A segunda pesquisa de preços de material escolar realizada em 10 papelarias e livrarias da Capital, divulgada hoje (28) pelo Procon/MS, apontou queda de 7,70% nos preços em relação ao primeiro levantamento, feito no dia 11 deste mês. “A recomendação é que os pais comprem agora apenas o material escolar extremamente necessário e espere iniciar […]

Arquivo Publicado em 28/01/2010, às 14h10

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A segunda pesquisa de preços de material escolar realizada em 10 papelarias e livrarias da Capital, divulgada hoje (28) pelo Procon/MS, apontou queda de 7,70% nos preços em relação ao primeiro levantamento, feito no dia 11 deste mês. “A recomendação é que os pais comprem agora apenas o material escolar extremamente necessário e espere iniciar o ano letivo para comprar o restante. A tendência é que após esse período os preços caiam ainda mais”, avalia o superintendente em exercício do Procon/MS, Alexandre Monteiro Rezende. No total, foram comparados preços de 158 itens.


De acordo com o superintendente, em relação à pesquisa de preços realizada no dia 28 de janeiro do ano passado, houve um aumento de 1,18% no valor do material de escolar. “Se tiver que adquirir todo o material escolar antes do início do ano letivo, a recomendação é que pesquise em vários estabelecimentos comerciais já que a segunda pesquisa aponta variação de até 543% nos preços dos produtos”, afirma Alexandre.


De acordo com a pesquisa, as 10 maiores variações foram: borracha branca pequena p/ lápis (543%); fita crepe branca 19x10m – 3M (478%); lápis de cor grande c/24 Faber Castel (453%); apontador plástico simples um furo s/ depósito (433%); apontador plástico simples s/ dep – Ebras (400%); apontador plástico simples s/ dep – Adeck (367%); estojo com zíper simples (360%); caderno brochura pequeno 48/50 demais (340%); caderno brochura pequeno 48/50 Foroni (298%) e lápis simples preto n° 2 Faber Castell (293%).


O superintendente do Procon alerta que a lista de material pedido pelas escolas deve conter apenas produtos utilizados no processo pedagógico e educacional do aluno. “A escola não pode solicitar a compra de material de limpeza ou higiene ou de obrigação do estabelecimento, como pro exemplo, toner para impressora. Os pais não podem ter esse ônus já que esse custo já está embutido nas mensalidades”, explica.


Jornal Midiamax