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Panfletos apócrifos tentam ligar prefeitura de Sidrolândia a escândalo em Dourados

Panfletos apócrifos distribuídos esta semana em Sidrolândia tentam ligar o administrador e candidato a deputado federal Ademir Osiro (DEM) às denúncias de corrupção na prefeitura de Dourados. O texto intitulado “Empresa ‘GWA’ de Ademir Oshiro cai na operação ‘Uragano’ da Polícia Federal em Dourados” questiona se não haveria esquema semelhante na prefeitura de Sidrolândia. Quando...

Arquivo Publicado em 11/09/2010, às 17h52

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Panfletos apócrifos distribuídos esta semana em Sidrolândia tentam ligar o administrador e candidato a deputado federal Ademir Osiro (DEM) às denúncias de corrupção na prefeitura de Dourados. O texto intitulado “Empresa ‘GWA’ de Ademir Oshiro cai na operação ‘Uragano’ da Polícia Federal em Dourados” questiona se não haveria esquema semelhante na prefeitura de Sidrolândia.


Quando o caso de Dourados veio à tona, o jornalista e delator Eleandro Passaia acusou o prefeito Ari Artuzi de recolher R$ 500 mil por mês com um suposto esquema de pagamento de propina. Como exemplo, ele citou a GWA, que atua no transporte escolar na região de Dourados e também em Sidrolândia. Passaia afirmou que a empresa repassava cerca de R$ 68 mil a Artuzi, com base nas gravações feitas pela Polícia Federal.


O panfleto explora as declarações de Passaia e questiona: “Aí fica a pergunta, será que não está ocorrendo aqui em Sidrolândia, também???”. A foto de Osiro também é veiculada, com a legenda “não vote em ficha suja”.


Resposta


Outro panfleto, supostamente assinado pelo prefeito Daltro Fiuza, refuta as acusações apresentadas. Intitulado “nota de esclarecimento”, o papel distribuído em Sidrolândia procura esclarecer que não há indícios de esquema de corrupção no município.


“Em razão de matéria impressa de origem anônima, distribuída nas ruas de Sidrolândia, queremos esclarecer ao anônimo e a população que aqui ‘não’”, informa o texto.


Procurados pela reportagem do Midiamax para comentar o assunto, o candidato Ademir Osiro e o prefeito Daltro Fiuza não foram localizados.


Jornal Midiamax