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Obama tuíta, dá entrevistas e faz de tudo para conseguir votos

O presidente Barack Obama resolveu se jogar de cabeça na internet nesta terça-feira num último esforço em prol do voto democrata, pedindo aos jovens eleitores e grupos de minoria que apoiem seu partido mas eleições legislativas de meio de mandato. “Você poderia passar 15 minutos entrando em contato com os eleitores para dizer a eles […]

Arquivo Publicado em 02/11/2010, às 21h57

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O presidente Barack Obama resolveu se jogar de cabeça na internet nesta terça-feira num último esforço em prol do voto democrata, pedindo aos jovens eleitores e grupos de minoria que apoiem seu partido mas eleições legislativas de meio de mandato.


“Você poderia passar 15 minutos entrando em contato com os eleitores para dizer a eles como é importante que eles votem hoje?”, afirma Obama em sua conta no Twitter. Em outra mensagem, também pede: “Depois de votar, fale para seus amigos no Facebook: ‘Eu votei'”.


Obama, que visitou nos últimos dias pelo menos cinco estados-chave, também recorreu a uma série de entrevistas de rádio para pedir ajuda aos jovens eleitores. Um dos programas de que participou foi o do apresentador Ryan Seacrest, do popular reality show American Idol.


Apesar de não ter atividades públicas oficiais marcadas em sua agenda, Obama participou em show matinais na Califórnia, Flórida, Illinois, Nevada e Pensilvânia, todos estados em que democratas e republicanos travam uma batalha acirrada.


Obama também fez um último apelo aos eleitores hispânicos para que votem no senador democrata Harry Reid em Nevada (oeste), cuja cadeira é alvo de uma acirrada disputa nas legislativas desta terça-feira.


“O voto hispânico é crucial”, afirmou Obama à rádio KVEG de Las Vegas.


Reid, o chefe da maioria democrata no Senado e aliado vital de Obama, enfrenta a candidata republicana apoiada pelo movimento ultraconservador Tea Party, Sharron Angle, no estado duramente atingido pela crise imobiliária e o desemprego.


Se os hispânicos votarem em massa, como aconteceu nas presidenciais de 2008, quando o voto hispânico favoreceu Obama em grande parte, “isso será bom”, afirmou o presidente.

Jornal Midiamax