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Número de veículos de MS cresceu 120% em dez anos

Dados estatísticos do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MS) apontam um crescimento de 120% no número de veículos em Mato Grosso do Sul. Desde 2001, a frota vem crescendo 9,4%, em média, por ano, e está próximo de um milhão de veículos. Hoje, MS tem 929.239 veículos registrados. As cidades com maior número de veículos são […]

Arquivo Publicado em 20/09/2010, às 17h33

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Dados estatísticos do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MS) apontam um crescimento de 120% no número de veículos em Mato Grosso do Sul. Desde 2001, a frota vem crescendo 9,4%, em média, por ano, e está próximo de um milhão de veículos. Hoje, MS tem 929.239 veículos registrados.


As cidades com maior número de veículos são Campo Grande (374.792 veículos), Dourados (91.505), Três Lagoas (47.510), Corumbá (25.081), Ponta Porã (24.205) e Nova Andradina (19.769). Já os municípios que tiveram maior crescimento da frota nos últimos cinco anos foram Figueirão (221% de crescimento), Angélica (78%) e Sidrôlandia e Bodoquena (71% de crescimento, cada).


O veículo que mais entrou na frota do Estado foi a motocicleta. Em 2006, Mato Grosso do Sul tinha 142.050 motocicletas, passando para 240.087, em 2010. Um crescimento de 69% em cinco anos. O crescimento das motonetas (motos do tipo Biz) foi ainda maior: passando de 35.019, em 2006, para 64.450, em 2010, totalizando 84% de crescimento, em cinco anos.


“O crescimento no número de acidentes de trânsito está diretamente relacionado ao aumento da frota de veículos, principalmente motos. São os condutores de motocicletas que precisam ser mais cautelosos no trânsito”, explica o diretor executivo do Detran-MS, Francisco Libório.


Campo Grande


Em Campo Grande, o crescimento da frota também foi grande. Em dez anos, o aumento foi de 104%, passando de 183.297 veículos em 2001, para 374.792 em 2010.


Como no Estado, o número de motocicletas aumentou muito. Em 2006, as motocicletas representavam 19,6% da frota de Campo Grande. Hoje, esse número passou para 23,3%.


“As facilidades em adquirir um veículo têm inflado a frota de nosso Estado. Para tentar reverter essa situação que evolui para o caos, é preciso investimentos em transporte público e construção de ciclovias”, sugere Libório.

Jornal Midiamax