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Médico cassado tem acusação de abuso sexual contra sete pacientes

O major do exército e médico Marcus Vinicius Carreira Bentes que teve o diploma de exercício da profissão de médico cassado no último sábado (11), já foi acusado de abusar sexualmente de outras sete pacientes. A informação consta na apelação Nº 2008.01.051232-2 – MS, onde o apelante é o Ministério Público Militar. O MPM apelou […]

Arquivo Publicado em 14/12/2010, às 22h00

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O major do exército e médico Marcus Vinicius Carreira Bentes que teve o diploma de exercício da profissão de médico cassado no último sábado (11), já foi acusado de abusar sexualmente de outras sete pacientes.

A informação consta na apelação Nº 2008.01.051232-2 – MS, onde o apelante é o Ministério Público Militar. O MPM apelou contra a sentença do Conselho Especial de Justiça da Auditoria da 9ª CJM, de 17/11/2008.

Nessa sentença, o médico que é urologista foi condenado a pena de um ano de prisão sem a concessão do sursis. Segundo consta no Diário de Justiça Eletrônico do Superior Tribunal Militar de 2 de dezembro de 2009, o oficial médico foi acusado de ter praticado vários atos libidinosos contra paciente durante uma consulta em Hospital militar, sendo absolvido pelo CEJ Ex por não existir prova suficiente para condená-lo.

Porém, o MPM apelou, pois considerou que a absolvição deixava sério prejuízo à reputação do Exército, da Justiça Militar e também da classe médica. Segundo consta na apelação, sete mulheres diferentes que não se conheciam narraram condutas de abuso sexual contra o mesmo médico.

Para o Ministério Público Militar, os depoimentos não poderiam ser considerados como provas insuficientes, o que fez o MPM solicitar recurso ministerial condenando Marcus Vinicius Bentes a um ano de prisão.

Ele recorreu da sentença em abril deste ano, e o Tribunal determinou que fosse realizado outro julgamento para que a defesa fizesse nova sustentação oral.

CRM

A assessoria jurídica do Conselho Regional de Medicina, seccional de Mato Grosso do Sul, disse a reportagem do Midiamax que o único processo existente contra o especialista é o do julgamento e que o mesmo corre em segredo de justiça.

Jornal Midiamax