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Juiz-prefeito diz que o gabinete de Artuzi era um “chiqueiro de porco”

O prefeito interino de Dourados, juiz Eduardo Machado Rocha ainda não ocupou oficialmente o seu gabinete. É que funcionários do setor de manutenção estão organizando a sala que era ocupada por Ari Atuzi até terça-feira da semana passada. Hoje de manhã durante entrevista coletiva à imprensa o juiz-prefeito afirmou que o gabinete de Ari Artuzi […]

Arquivo Publicado em 08/09/2010, às 13h14

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O prefeito interino de Dourados, juiz Eduardo Machado Rocha ainda não ocupou oficialmente o seu gabinete. É que funcionários do setor de manutenção estão organizando a sala que era ocupada por Ari Atuzi até terça-feira da semana passada.


Hoje de manhã durante entrevista coletiva à imprensa o juiz-prefeito afirmou que o gabinete de Ari Artuzi “era um verdadeiro chiqueiro de porco”. Segundo o prefeito assim que tomou posse no último sábado foi conhecer o local onde Artuzi despachava e ficou surpresa com tanta sujeira.


Eduardo Rocha afirmou que a cadeira do prefeito está quebrada, as paredes estão sujas e com infiltração, o ar condicionado não funciona e até mesmo o sofá onde Artuzi recebia as visitas está rasgado e sem condições de uso.


“Se o gabinete de Artuzi era desse jeito imagine a administração dele”, disse o juiz que está esperando que os reparos sejam feitos para ocupar oficialmente o seu gabinete. Enquanto isso não acontece o prefeito está despachando na sala de reuniões que fica ao lado.


Na opinião do juiz o prefeito é o espelho do povo e o seu gabinete representa a sua administração. Eduardo Rocha também detectou vazamentos no forro de gesso, reboco caindo das paredes.


“Vamos tornar este gabinete digno do povo de Dourados”, disse o juiz ao lamentar que era nesse gabinete que Artuzi recebia autoridades e empresários que queriam investir em Dourados. “Esse era o cartão de visitas do prefeito Artuzi”, disse Eduardo.


Da administração do ex-prefeito Laerte Tetila (PT) sobrou no gabinete de Artuzi apenas o mobiliário e uma pequena bússola que estava dependurada num prego na parede. A bússola está com o imã estragado e o “norte” inexiste.

Jornal Midiamax