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Investigação da queda de helicóptero da FAB no Hospital Regional deve durar um ano

A investigação que vai apontar o motivo da queda do helicóptero da FAB (Força Aérea Brasileira), no início de fevereiro passado, no pátio do HR (Hospital Regional), em Campo Grande, pode demorar até um ano, informou o comandante da Base Aérea da Capital, o tenente-coronel aviador Reynaldo Pereira Alfarone Júnior. Por sorte, o acidente com […]

Arquivo Publicado em 25/03/2010, às 15h48

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A investigação que vai apontar o motivo da queda do helicóptero da FAB (Força Aérea Brasileira), no início de fevereiro passado, no pátio do HR (Hospital Regional), em Campo Grande, pode demorar até um ano, informou o comandante da Base Aérea da Capital, o tenente-coronel aviador Reynaldo Pereira Alfarone Júnior.

Por sorte, o acidente com a aeronave não provocou uma tragédia. Na queda, o aparelho espatifou-se no chão, destruindo dois veículos de funcionários do hospital.

Militares que conduziam o helicóptero, que nada sofreram, tinham ido ao HR pegar um remédio para aplicar numa mulher que havia sido picada por cobra no Pantanal, na região da cidade de Coxim, a uns 500 km de Campo Grande.

O comandante Alfarone Júnior disse que aguarda um laudo técnico do acidente, que tem sido preparado por equipes da FAB no Rio de Janeiro e São Paulo. A partir desse exame, é que se iniciam os trabalhos da comissão de investigação, revelou o oficial.

O tenente-coronel aviador disse também que o prazo para o desfecho da investigação acerca de acidente aéreo, por regra, é de um ano. “Mas é possível que o resultado fique conhecido bem antes desse prazo”, disse ele.

O helicóptero tinha pousado no pátio do HR e o acidente ocorreu logo na decolagem. Imagem da queda foi registrada por meio de celular e a notícia correu o Brasil.

Alfarone Júnior informou também que um helicóptero será trazido para Campo Grande no início do ano que vem para substituir a aeronave acidentada.

Exército

Já neste mês um helicóptero do Exército caiu na região e provocou a morte de quatro militares, sendo dois capitães, um sargento e um cabo. O aparelho explodiu após a queda, ainda investigada.

Jornal Midiamax