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Circuito Dança no Mato leva espetáculos para o interior

A terceira edição do projeto Circuito Dança no Mato, da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul), leva apresentações da dança ao interior do Estado. O grupo Funk-se fará o espetáculo “Frágil ou o sentido da Ruptura” no próximo sábado (23), às 20h, no Ginásio Municipal de Três Lagoas, e a Companhia de […]

Arquivo Publicado em 22/10/2010, às 19h30

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A terceira edição do projeto Circuito Dança no Mato, da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul), leva apresentações da dança ao interior do Estado. O grupo Funk-se fará o espetáculo “Frágil ou o sentido da Ruptura” no próximo sábado (23), às 20h, no Ginásio Municipal de Três Lagoas, e a Companhia de Artes Universidade Anhanguera Uniderp apresenta “Um Pouco de Nós”, no Ginásio de Esportes de Ribas do Rio Pardo, às 19h30. A iniciativa conta com o apoio das Prefeituras Municipais locais.

Na 3ª edição do Circuito Dança no Mato oito grupos e companhias se apresentarão em 10 municípios do Estado. O projeto, criado em 2007 pela FCMS, tem como objetivo valorizar e difundir a produção da dança sul-mato-grossense.

Entre os grupos e companhias escolhidos para participarem desta edição, figuram Funk-se, Cia. de Artes Universidade Anhanguera Uniderp, Grupo de Dança Isadora Duncan, Companhia do Mato, Cia. Dançurbana, Bailah- Grupo de Dança de Salão da UFMS, Ararazul Cia de Dança/UCDB e Grupo de Ballet Nova Geração.

Confira a sinopse dos espetáculos:

“Frágil ou o sentido da Ruptura” – O espetáculo investiga e retrata a vida dos jovens índios da etnia guarani-kaiowa de Dourados. Suas realidades com uma série de dificuldades, uma grande perda de território, uma grande restrição de mobilidade da população que é tradicionalmente nômade, uma grande ruptura entre as gerações, com uma conseqüente quebra de valores, de modos de vida, que em geral significa crise.

“Um Pouco de Nós” – É um espetáculo que mostra quatro momentos diferentes da Cia, por meio das seguintes coreografias: “Dançando a Nossa Terra”, “Feminino”, “Tangando” e “Filhos da Pátria”. Os trabalhos coreográficos refletem a diversidade da pesquisa e a constante busca pelo aperfeiçoamento técnico e artístico na arte de dançar.

Jornal Midiamax