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Campanha eleitoral já está na ruas

Justiça autoriza corpo-a-corpo e coligação de Zeca do PT visita Coronel Antonino e Puccinelli não vai à adesivagem, mas faz reuniões e Ney Braga (PSOL) visita Ribas do Rio Pardo e Água Clara

Arquivo Publicado em 10/07/2010, às 15h16

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Justiça autoriza corpo-a-corpo e coligação de Zeca do PT visita Coronel Antonino e Puccinelli não vai à adesivagem, mas faz reuniões e Ney Braga (PSOL) visita Ribas do Rio Pardo e Água Clara

Com a liberação oficial da campanha eleitoral no País, em Mato Grosso do Sul os candidatos já fazem o corpo-a-corpo. Comerciantes do Bairro Coronel Antonino receberam nesta manhã os candidatos da coligação Força do Povo encabeçada por Zeca do PT e Tatiana Azambuja (vice do PV), candidatos a Governo de Mato Grosso do Sul. Na Avenida Coronel Antonino, onde concentram-se oficinas mecânicas, houve receptividade e os candidatos não apenas pediram votos, mas ouviram reclamações e sugestões.

“É importante o corpo-a-corpo, ouvir o que os eleitores pensam”, disse a professora universitária, candidata à vice-governadora, Tatiana Ujacow. Junto com a suplente ao Senado, Gilda do PT, elas conversaram com os comerciantes e trabalhadores de um lado da avenida enquanto Zeca, percorria o lado oposto da via em ritmo acelerado. A caminhada durou cerca de 3 horas.

“Chega de ditadura”, dizia Zeca. O candidato conversou com os funcionários e microempresários, tomou café e criticou o atual governo.

Já Nei Braga, candidato do PSOL, faz campanha no município de Água Clara. Enquanto isso no Centro de Campo Grande, políticos da coligação Amor, Trabalho e Fé aguardam com cabos eleitorais e correligionários a chegada do candidato ao Governo André Puccinelli (PMDB).

A assessoria de André Puccinelli (PMDB), candidato à reeleição ao Governo, informou que ele teve que cancelar a participação na adesivagem da coligação que acontece na Avenida Afonso Pena, perto da Rua 14 de Julho, em Campo Grande. Ele reúne-se em vários locais, não divulgados, com o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) e políticos. A organização da campanha teria sido a razão dele não participar do primeiro ato na rua, mas conforme a assessoria o candidato considerou um sucesso a mobilização. A Justiça Eleitoral autorizou as caminhadas e carreatas.

Jornal Midiamax