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A pedido do CNMP, Zeca fala de denúncia contra promotores a corregedor do MPE

O ex-governador Zeca do PT presta depoimento neste momento ao corregedor Anisio Santos a pedido do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) e não Conselho Nacional de Justiça como foi divulgado anteriormente. A audiência ocorre no prédio do MPE (Ministério Público Estadual), no Parque dos Poderes. O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) determinou abertura de […]

Arquivo Publicado em 28/01/2010, às 12h40

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O ex-governador Zeca do PT presta depoimento neste momento ao corregedor Anisio Santos a pedido do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) e não Conselho Nacional de Justiça como foi divulgado anteriormente.

A audiência ocorre no prédio do MPE (Ministério Público Estadual), no Parque dos Poderes.

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) determinou abertura de processo administrativo disciplinar para investigar a atuação de um procurador e cinco promotores de Justiça de Mato Grosso do Sul responsáveis por investigação contra o ex-governador José Orcírio Miranda dos Santos. Zeca do PT fala da denúncia que fez contra os representantes do MPE que o acusaram.

“Estou tranqüilo, desejo esclarecer se em algum momento houve erro e quero que seja corrigido. É importante dizer que não tenho nada contra os promotores. Eles (promotores) cumprem o seu papel. Respondo a tudo de peito aberto sem a prerrogativa de mandato”, disse o ex-governador, segundo informou o jornalista Bosco Martins.

Decisão


A decisão foi publicada no dia 28 de dezembro, no Diário de Justiça da União. O CNMP fixou prazo de 120 dias para que a Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado promova “adequada apuração dos fatos”. O conselho acolheu representação da defesa de Zeca do PT. O advogado do ex-governador, Newley Amarilla, atribui aos promotores “abusos e ilegalidades”.

O procurador de Justiça Marcos Antônio Martins Sottoriva e os promotores Robalinho da Silva, Marcos Fernandes Sisti, Clóvis Amauri Smaniotto, Silvio Amaral Nogueira de Lima e Jiskia Sandri Trentin esmiuçaram a administração do petista e o denunciaram à Justiça por peculato e como suposto chefe de um esquema de caixa 2 que teria provocado desvio de R$ 30 milhões em verbas durante os dois mandatos de seu governo (1999/2006). (Com informações do jornal O Estado de S. Paulo). (Matéria editada para acréscimo de informações às 10h03/correção às 14h)

Jornal Midiamax