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Aumenta procura de informações sobre a Leishmaniose no CCZ

Nos últimos dias, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) tem recebido inúmeras ligações da população. O principal motivo são as consultas a respeito da Leishmaniose. Desde a década de 70, há casos da doença nas regiões Sudeste e Nordeste do País, onde a Leishmaniose faz parte da rotina das pessoas. Já em Campo Grande […]

Arquivo Publicado em 01/01/2000, às 12h00

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Nos últimos dias, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) tem recebido inúmeras ligações da população. O principal motivo são as consultas a respeito da Leishmaniose. Desde a década de 70, há casos da doença nas regiões Sudeste e Nordeste do País, onde a Leishmaniose faz parte da rotina das pessoas. Já em Campo Grande se trata de uma novidade, que tem assustado a população. Existem dois tipos da doença: a Leishmaniose Tegumentar (lesões na pele e na mucosa) e a Visceral (através do inseto Flebótomo). No ser humano a doença é curável. Os principais sintomas são: febre intermitente, falta de apetite, emagrecimento, cabelos quebradiços, aumento do fígado e do baço. No animal, a doença é incurável e a única coisa a ser fazer é sacrificá-lo. Alguns sintomas são falta de apetite, anemia, crescimento das unhas, descamação da pele e sangramento na orelha. O CCZ está preparando informativos para que seja feita a conscientização da população sobre a prevenção contra o contágio. “Não é só dever da Saúde Pública controlar a doença. Sem a ajuda da população não conseguiremos acabar com os altos índices de doença. O lixo é o criador do mosquito, por isso precisamos manter o ambiente sempre limpo”, afirma Francisco Gonçalves Carvalho, Diretor Geral do CCZ.
Maiores informações no telefone 346-3039

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