Corumbaense paga multa de R$ 4,4 mil à Justiça e pode disputar Estadual Série B neste ano

Corumbaense alegou problemas financeiros e desistiu da Série A em 2020
| 23/07/2022
- 20:41
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Corumbaense Futebol Clube (Foto: Divulgação/CFC)

O Corumbaense FC pagou multa de R$ 4,4 mil imposta pelo TJD-MS (Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso Sul) a uma instituição de caridade como punição pelo abandono do Estadual Série A em 2022.

Com a quitação, o clube de pode participar o Arbitral do Campeonato Estadual Série B e também fica apto a participar da competição, prevista para começar em setembro. As informações são do Diário Corumbense.

O vice-presidente e responsável pelo departamento de futebol do clube, João Luis Ribeiro, disse que o time está interessado em retornar ao futebol profissional.

Desistência do Corumbaense

O Corumbaense FC desistiu da competição em 2020 alegando problemas financeiros. Na época, o campeonato estava paralisado por conta da pandemia. Regulamento diz que os times que apresentarem desistência durante o campeonato ficam impedidos de disputá-la por duas temporadas.

Entretanto, o Carijó da Avenida se valeu de carta de desistência amparado em deliberação da Secretaria Nacional de Esportes, que determinava a não punibilidade de equipes que desistissem em decorrência de problemas devido a pandemia.

Mesmo assim, a punição ocorreu para o Corumbaense e Maracaju, que também desistiu de participar da competição naquele ano.

Diferentemente do Corumbaense, o MAC optou por cumprir o afastamento de duas temporadas e voltar à disputa no ano que vem. A decisão foi informada pelo secretário de esportes do município, em rede social.

"Informo que o Maracaju vai cumprir a imposta pelo TJD em 2020 com término previsto para dezembro de 2022. O MAC não vai pagar nenhuma pena alternativa. Série B só em 2023 e olhe lá”, afirmou.

Agora, o Corumbaense corre contra o tempo para se organizar e avaliar condições para voltar a disputar o Campeonato Estadual de Mato Grosso do Sul. Também tem que resolver ações trabalhistas movidas contra o clube, que já levaram a sede do Carijó a leilão por duas vezes. Houve negociação e parcelamento dos valores e a venda do clube foi suspensa.

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