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Atlético para na retranca da Chape e terá que vencer em SC

Um leão contra um gatinho. Assim pode resumir o empate sem gols entre Atlético e Chapecoense, na noite desta quarta-feira, no Independência, duelo válido pela partida de ida da Copa do Brasil. O Atlético-MG lutou, atacou, forçou, tentou de todos os lados, mas parou na forte retranca armada pelo técnico Gilson Kleina. No fim das […]

Diego Alves Publicado em 02/05/2018, às 21h32

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Um leão contra um gatinho. Assim pode resumir o empate sem gols entre Atlético e Chapecoense, na noite desta quarta-feira, no Independência, duelo válido pela partida de ida da Copa do Brasil.

O Atlético-MG lutou, atacou, forçou, tentou de todos os lados, mas parou na forte retranca armada pelo técnico Gilson Kleina. No fim das contas, o Atlético teve várias oportunidades durante todo o jogo, chances com os laterais, com os volantes, com os atacantes. A Chape apenas um chute que levou perigo.

O empate leva a decisão da Copa do Brasil para a Arena Condá, em duas semanas, no dia 16 de maio.

Primeiro tempo

O jogo começou um ataque contra defesa. O Atlético se jogou em busca do primeiro gol enquanto a Chapecoense se preocupava primeiramente com sua defesa para depois tentar alguma coisa.

Com isso, os primeiros minutos ficaram chatos de serem assistidos, afinal, o Atlético batia bastante e a Chape esperava no campo defensivo, fazendo barreiras difíceis de serem atravessadas.

O esquema atleticano era o mesmo dos últimos jogos. Luan fazia a saída de bola, Gustavo Blanco trabalhava como segundo volante e contribuía bastante com o momento ofensivo e Roger Guedes fazia a dupla de ataque com Ricardo Oliveira.

Diante de um jogo que um time ficou completamente fechado, sem querer se arriscar e outro que precisava fazer variações e mostrar repertório, o duelo ficou com poucas chances claras e quase sem emoção.

Segundo tempo

A volta do intervalo teve o Atlético novamente com intensidade. Logo aos 2 minutos, o Atlético já tinha conseguido duas oportunidades claras: a primeira em cruzamento na área, defesa fácil de Jandrei e, logo em seguida, com Gustavo Blanco, em bom lançamento de Luan.

O Atlético não conseguia penetrar na defesa da Chape. Os papéis em campo foram invertidos: o atacante Wellington Paulista virou defensor em algum momento do jogo e o zagueiro Leonardo Silva se mandou para o ataque.

Para tentar algo diferente, o técnico Thiago Larghi mandou a campo o meia Cazares e o volante Elias, tirando Gustavo Blanco e Adilson.

No finalzinho, o técnico Thiago Larghi fez uma alteração que atrapalhou seus planos. Ele tirou Luan e colocou em campo Matheus Galdezani. Isso deixou o Atlético desorganizado e com poder ofensivo menor do que poderia.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO MINEIRO 0 X 0 CHAPECOENSE

Local : Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)

Data : 2 de maio de 2018, quarta-feira

Horário : 19h30 (Brasília)

Árbitro : Paulo Roberto Alves Junior (CBF-PR)

Assistentes : Rafael Trombeta (PR) e Pedro Martinelli Christino (PR)

Cartões : Luan, Patric (Atlético); Apodi, Jandrei (Chapecoense)

ATLÉTICO-MG : Vitor; Patric, Léo Silva, Gabriel e Fábio Santos; Adilson (Cazares), Otero, Gustavo Blanco (Elias) e Luan (Matheus Galdezani); Roger Guedes e Ricardo Oliveira

Técnico : Thiago Larghi

CHAPECOENSE : Jandrei; Apodi, Rafael Thyere, Douglas e Bruno Pacheco; Amaral, Elicarlos, Márcio Araújo (Vinicius Freitas) e Canteros (Guilherme); Arthur (Júnior Santos) e Wellington Paulista

Técnico : Gilson Kleina

GazetaEsportiva // Foto: Felipe Correia

Jornal Midiamax