Vascaínos preparam 500 camisas provocativas para o clássico

Os responsáveis pela produção da camisa vão se encontrar horas antes de a bola rolar
| 17/07/2015
- 17:18
Vascaínos preparam 500 camisas provocativas para o clássico

Os responsáveis pela produção da camisa vão se encontrar horas antes de a bola rolar

Um grupo de vascaínos confeccionou 500 camisas para distribuir antes do clássico contra o Fluminense , neste domingo, às 16 horas, no Maracanã, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro . As peças, aprovadas pelo Gepe, terão uma provocação sutil ao rival, com a frase “Desde 1950, vocês nunca terão essa cruz de malta”. O ano é para relembrar o estadual conquistado pelo Cruz-Maltino que deu direito à torcida utilizar o lado direito do Maracanã até 2013.

Os responsáveis pela produção da camisa vão se encontrar horas antes de a bola rolar na entrada do Vasco , pelo setor norte, para distribuir as camisas para os vascaínos. A ideia é protestar contra o contrato entre Fluminense e Maracanã que dá exclusividade ao tricolor pela utilização do lado direito das cabines de rádio e TV do estádio, que anteriormente eram usadas pelos vascaínos.

Uma outra provocação também está programada para o clássico. Um outro grupo de torcedores prepara uma faixa escrita “100% Libertadores”, uma resposta à ironia utilizada pelo Fluminense quando anunciou a contratação de Ronadinho Gaúcho. A faixa terá de ser aprovada pelo Gepe, mas até agora nada foi apresentado.

A polêmica pelo lado direito das cabines de TV e rádio voltou à tona no fim do ano passado, quando o presidente do Vasco, Eurico Miranda, disse que o Cruz-Maltino não jogaria no lado esquerdo. O imbróglio durou até semana passada, quando, inicialmente, a CBF decidiu que o clássico teria torcida única. No dia seguinte, porém, por uma recomendação do Ministério Público do Rio de Janeiro, a entidade máxima do futebolbrasileiro voltou atrás. Assim, até o presente momento, a partida terá a presença das duas torcidas e o contrato do Flu com o consórcio que administra o estádio será respeitado.

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A entidade ainda não se manifestou oficialmente sobre o plano

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