Esportes

“Sem jatinho”, Zico busca apoio em países onde já trabalhou

O primeiro passo dado por Zico foi reunir-se com Marco Polo Del Nero na sede da CBF

Gerciane Alves Publicado em 05/08/2015, às 17h36

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O primeiro passo dado por Zico foi reunir-se com Marco Polo Del Nero na sede da CBF

Confirmado o interesse em suceder Joseph Blatter , Zico trabalha nos bastidores para fazer da intenção uma possibilidade real. Tendo a indicação da CBF para pleitear o cargo, o ex-camisa 10 agora corre atrás de apoio de outras quatro confederações para oficializar sua candidatura à presidência da Fifa.

O primeiro passo dado por Zico foi reunir-se com Marco Polo Del Nero na sede da CBF, no Rio de Janeiro, para combinar a indicação. Agora ele só volta a tratar com a entidade se tiver o apoio necessário de outras quatro associadas à Fifa. De modo geral, todos os interessados em assumir o cargo máximo do futebol estão nesta fase de procurar confederações parceiras, inclusive o favorito Michel Platini.

“Ele está na mesma situação dos outros: tem que buscar o apoio. É claro que, por estar à frente da Uefa e ter facilidade de locomoção, as chances aumentam neste sentido”, avalia Zico ao site Goal, que lembra as possibilidades institucionais que permitem ao concorrente francês melhor trato com seus correligionários.

“Não vou gastar dinheiro para sair atrás de todos os países. Não é meu objetivo, não tenho jatinho para isso. E não vou pegar empresa para fazer campanha para mim, para sair para o mundo por apoio”, compara o ídolo brasileiro, que deve pedir aprovação junto aos países onde trabalhou como treinador. São eles: Japão, Turquia, Grécia, Iraque, Catar e Índia – a Rússia deve se comprometer com o candidato indicado por Blatter , seja quem for.

“Ele está na mesma situação dos outros: tem que buscar o apoio. É claro que, por estar à frente da Uefa e ter facilidade de locomoção, as chances aumentam neste sentido”, avalia Zico ao site Goal, que lembra as possibilidades institucionais que permitem ao concorrente francês melhor trato com seus correligionários.

“Não vou gastar dinheiro para sair atrás de todos os países. Não é meu objetivo, não tenho jatinho para isso. E não vou pegar empresa para fazer campanha para mim, para sair para o mundo por apoio”, compara o ídolo brasileiro, que deve pedir aprovação junto aos países onde trabalhou como treinador. São eles: Japão, Turquia, Grécia, Iraque, Catar e Índia – a Rússia deve se comprometer com o candidato indicado por Blatter , seja quem for.

Jornal Midiamax