Esportes

Brasil erra no solo, mas encaminha prata na ginástica

Nota excelente de Arthur Zanetti nas argolas não foi suficiente para devolver a liderança ao Brasil

Midiamax Publicado em 11/07/2015, às 20h27

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Nota excelente de Arthur Zanetti nas argolas não foi suficiente para devolver a liderança ao Brasil

Camepão pan-americano em Guadalajara 2011, o Brasil chegou com grande expectativa para um bom resultado na prova por equipes da ginástica masculina. Com um bom público acompanhando no Coliseu de Toronto , Arthur Zanetti, Arthur Nory, Caio Souza, Francisco Barreto e Caio Souza ficaram em segundo lugar, mas ainda aguardam a apresentação de Argentina, Venezuela, Chile, México e Cuba, marcada para as 20h30 (de Brasília), para confirmar uma medalha.

O Brasil chegou a liderar o placar após as apresentações nas barras paralelas e fixa, mas cometeu muitos erros com todos os seus ginastas no solo – em especial a queda de Lucas Bittencourt -, perdendo a ponta para os americanos.
Em um momento, houve a esperança da retomada na liderança com Zanetti, atual campeão olímpico nas argolas em Londres 2012. O atleta brasileiro fez a sua apresentação em 15.800, mas não foi o suficiente para retomar a ponta. No fim, o País terminou em segundo, com 264.050 pontos.

Os Estados Unidos, bronze no último Mundial na China, trouxeram a sua equipe principal, com muitos atletas que participaram daquela conquista. Apesar da queda de Donnell Whittenburg na barra fixa, os americanos foram mais consistentes nos seis aparelhos e fecharam na frente com 267.650. Agora, aguardam a confirmação do ouro após a segunda subdivisão se apresentar.

No México, há quatro anos, os brasileiros haviam sido campeões. Zanetti e Barreto fizeram parte do time que brilhou em Guadalajara. Há a expectativa de medalhas dos brasileiros nos próximos dias nas provas por aparelhos e no individual geral.

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