Saindo da margem negativa, volume de serviços empresariais em MS cresceu 7,1% em dezembro

Em dezembro de 2020, a variação era de -1,2%
| 10/02/2022
- 15:41
Saindo da margem negativa, volume de serviços empresariais em MS cresceu 7,1% em dezembro
(Foto: Divulgação/IBGE)

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta quinta-feira (10) a Pesquisa Mensal de Serviços do mês de dezembro de 2021. saiu da margem negativa e cresceu 7,1% no volume de serviços prestados no Estado, segunda maior taxa registrada no ano passado.

O objetivo da pesquisa é produzir indicadores para acompanhar a evolução do setor de serviços empresariais não financeiros e os principais segmentos. Em março, o Estado registrou variação negativa de -5,2, fazendo com que o crescimento acumulado nos últimos 12 meses ficasse em 11,6%, superando a perda acumulada de 1,2% registrada em 2020.

Com a divulgação da pesquisam as federações podem ter indicadores da nominal, volume, resultado de deflação dos valores, índices de preço para cada atividade. No cenário geral do Brasil, os maiores impactos registrados foram nos setores de serviços profissionais, administrativos e complementarem, com crescimento de 2,6%.

Essa também é segunda taxa positiva, acumulando ganho de 3,9%. A atividade situa-se 0,2% abaixo do patamar pré-pandemia e 20,7% abaixo do ponto mais alto da sua série, em julho de 2012. Outros serviços ficaram com o terceiro impacto. O crescimento de 1,4% em dezembro foi a segunda taxa positiva seguida, acumulando ganho de 5,6%. Com isso, situa-se 0,5% acima do patamar pré-pandemia e 10,5% abaixo do ponto mais alto da série, em agosto de 2011.

Os serviços prestados às famílias (0,9%) foram a quarta atividade, com a nona taxa positiva seguida e crescimento acumulado de 61,6%. Ela está 11,2% abaixo do patamar pré-pandemia e 21,8% abaixo do ponto mais alto de sua série, em outubro de 2013. “Essa foi a atividade que sentiu os maiores efeitos da pandemia, perdeu muita receita nos meses iniciais, mas e de lá pra cá vem reduzindo suas perdas”, disse o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Veja também

Últimas notícias