Cotidiano / Economia

Calendário da feira: saiba quais frutas e legumes ficaram mais caros ou baratos em MS

Enquanto alguns produtos ficam até 14% mais caros, outros sofrem queda de 29% no preço

Mariane Chianezi Publicado em 12/05/2021, às 15h30

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Com uma nova estação se aproximação, o sul-mato-grossense já poderá começar a sentir no bolso a variação no preço das frutas e legumes nos supermercados e bancas. Enquanto alguns produtos caíram até 29% no valor, outros ficaram 14% mais caros.

Conforme informou o Ceasa (Central de Abastecimento de Mato Grosso do Sul), três produtos ficaram mais caros nesta temporada em MS. O morango, a batata-doce e a cenoura foram os alimentos sofreram alta nos valores.

Segundo o levantamento, quem quiser comprar uma bandeja de morango poderá pagar até 12% a mais nesta temporada. O motivo da alta é que devido ao Dia das Mães a procura cresce e os comerciantes elevam o preço. Além disso, com o clima seco e falta de chuva, há pouca oferta e muita procura.

Outro produto na lista dos mais caros para a estação, é a batata-doce. O legume ficou 14,29% mais caro devido ao custo do transporte para Mato Grosso do Sul. Com o clima seco e a escassez de chuva, o produto segue a linha do morango: muita procura e pouca oferta.

A cenoura também registrou 14,29% de alta, pois com o clima seco, o desenvolvimento do produto é afetado e a procura nos supermercados seguem em alta.

Os mais baratos da temporada

Por outro lado, os consumidores podem encontrar produtos com até 29% mais barato. O mamão, a jiló e o pimentão são os alimentos mais em conta em MS.

Conforme o Ceasa, o mamão está com pouca procura no estado e a oferta está maior. A central de abastecimento disse que as frutas têm estado paradas nos estoques em MS e por isso está 22% mais barata.

Com a colheita em alta em MS e os estoques aumentando, a jiló também está com valor em baixa no estado, avaliada com 14,35% mais barata. Por ser um vegetal “polêmico” nas mesas dos consumidores, o ‘amarguinho’ está com pouca procura nos estabelecimentos, avaliou o Ceasa.

Também com pouca procura nos supermercados, o pimentão está 29,98% mais barato. Em época de maior produção no estado, a oferta aumentou, mas o produto tem ficado parado nas prateleiras.

Jornal Midiamax