Cotidiano / Economia

MS é 2° em ranking em abate de bovinos com 11% em participação nacional

Mato Grosso do Sul apareceu na segunda colocação de estado com mais abates de bovinos no país, com mais de 147 mil cabeças, que garantiu 11% na participação nacional, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica). Além disso, aumentou os abates de frango e suínos. Conforme o levantamento, os abates de bovinos no […]

Mariane Chianezi Publicado em 12/12/2019, às 16h12 - Atualizado às 18h53

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Mato Grosso do Sul apareceu na segunda colocação de estado com mais abates de bovinos no país, com mais de 147 mil cabeças, que garantiu 11% na participação nacional, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica). Além disso, aumentou os abates de frango e suínos.

Conforme o levantamento, os abates de bovinos no terceiro trimestre de 2019 foi de 8,4 milhões de cabeças, crescimento de 2,1% se comparado com o mesmo período do ano passado. MS teve variação positiva nos três meses finais do ano, maior até que o líder nos abates, o estado de Mato Grosso, que abateu mais 103 mil cabeças.

A pesquisa também levou em consideração os abates de suínos, que teve mais de 11 milhões de cabeças, representando aumentos de 0,9% em relação ao mesmo período de 2018, e de 2,7% na comparação com o 2° trimestre de 2019.

Resultado recorde considerando a série histórica iniciada em 1997, fortalecido por desempenho recorde do abate para os meses de julho e setembro. Mato Grosso do Sul apareceu como quinto estado que mais abateu suínos, com 16 mil cabeças.

Os abates de frango cresceram 3% em relação ao terceiro trimestre do ano anterior, com 1,4 bilhão. Esse resultado significou aumentos de 3,1% em relação ao mesmo período de 2018 e de 3,3% na comparação com o 2° trimestre de 2019.

Santa Cataria é o líder quando se refere a abates de frangos, com mais de 25 milhões de cabeças. Mato Grosso do Sul aparece em sétimo lugar, com um aumento de 277 mil cabeças abatidas no trimestre.

Mato Grosso continua a liderar a relação de Unidades da Federação que recebem peças de couro cru para processamento, com 16,8% da participação nacional, seguido por Mato Grosso do Sul (13,5%) e São Paulo (12,4%).

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