Desde  o dia 21 os preços ficaram consideravelmente mais altos,

Postos de aderiram nesta terça-feira (1), ao protesto nacional contra o aumento da alíquota do PIS e Cofins que incide sobre a gasolina. Na semana passada, o imposto mais que dobrou, passando de R$ 0,38 para R$ 0,79 por litro deixou produto com os preços nas alturas, e quem comercializa não quer ficar o vilão da história.  

Os estabelecimentos anexaram faixas de repúdio ao reajuste, com um recado para o governo federal: “Aumentar o imposto sobre os combustíveis não é a solução! Basta!!”. Na Capital, o litro do da gasolina é encontrado a R$ 3,59.
“Desde a semana passada, já houve 5 reajustes, mas não estão repassando na totalidade para os consumidores. Se tivesse repassado já estaria mais de R$ 4 a gasolina”, disse Evaldo Rosário de Souza, gerente do posto Aliança. Segundo ele, houve determinação para a redução imposto do etanol, mas não chegou a distribuidora e nem aos postos. “Pode ter redução no etanol nos próximos dias”, disse.  

Desde o dia 21 de julho os preços ficaram consideravelmente mais altos, e deixou boa parte dos consumidores indignados, assim como Augusto Ribas, 47 anos. “Falta atitude por parte do brasileiro no geral. Se fosse em outro pais, o povo estaria na rua e o governo sentiria a reação”, disse. 

Para o microempresário Moises Mendonça, 42 anos, a situação é desconfortável. “Castigo para a população. Sempre que o governo quer tapar o rombo de algum setor, é o povo que paga o pato. Povo deveria se manifestar e reagir. Se continuar como está, o governo vai cada vez mais arrochar a situação e o povo continuar sofrendo”, criticou.