Cotidiano / Economia

Carnes recuperam-se no mês, mas continuam negativas em relação a 2014

A influência menor veio da carne de frango

Diego Alves Publicado em 06/04/2015, às 00h28

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A influência menor veio da carne de frango

Excetuado pelo preço médio, as três carnes exportadas pelo Brasil voltaram a apresentar bom desempenho em março passado comparativamente ao que registraram nos dois primeiros meses do ano.

O volume de carne suína, por exemplo, aumentou quase 40% em relação a fevereiro. E o da carne de frango mais de 18%. O da carne bovina teve incremento próximo de 8%.

Nestes casos, ainda que o preço médio tenha sido menor que o do mês anterior, a receita cambial foi positiva, aumentando mais de 30% para a carne suína, 16,2% para a de frango e 3,6% para a carne bovina.

Porém, comparativamente ao mesmo mês do ano passado, quase todos os quesitos apresentaram resultado negativo.

É verdade, aqui, que o volume global embarcado aumentou 3,8%. Mas isso se deveu apenas à carne de frango, cujo volume aumentou perto de 7,5%. Carnes bovina e suína tiveram queda de volume superior a 5%.

O preço médio recuou generalizadamente: 14% a menos na carne suína, 11,3% na carne de frango, quase 7% na carne bovina.

O efeito, claro, só poderia ser uma queda generalizada na receita cambial do mês que, globalmente, foi 8,6% menor que a de março de 2014.

A influência menor veio da carne de frango, cuja receita recuou perto de 5%. A carne bovina teve receita 11,6% inferior, enquanto a da carne suína caia quase 18,5%.

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