Atenção, estudantes: MEC permite suspensão do pagamento de parcelas do Fies

O pagamento de parcelas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) foi suspenso por causa da pandemia de coronavírus. A resolução foi publicada pelo MEC (Ministério da Educação) nesta segunda-feira (25) e vale para contratos que estavam em dia até a data de quando o estado de calamidade pública começou, 20 de março.  Conforme a portaria, […]
| 25/05/2020
- 15:42
(Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil)
(Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil) - (Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil)

O pagamento de parcelas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) foi suspenso por causa da pandemia de . A resolução foi publicada pelo MEC (Ministério da Educação) nesta segunda-feira (25) e vale para contratos que estavam em dia até a data de quando o estado de pública começou, 20 de março. 

Conforme a portaria, podem ser suspensas duas parcelas, para os contratos em fase de utilização ou carência; ou quatro parcelas, para contratos em fase de amortização. Não serão cobrados juros de mora ou multa por atraso no pagamento sobre as parcelas suspensas. De acordo com a resolução, as parcelas suspensas serão incorporadas ao saldo devedor do contrato do estudante financiado. 

O Fies é um programa de financiamento para que estudantes possam cursar ensino superior em universidades particulares. Para suspender o pagamento, o estudante deve entrar em contato com o agente financeiro do Fies (Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil) por meio dos canais de atendimento que serão disponibilizados. Estudantes têm até o dia 31 de dezembro para pedir a suspensão do pagamento. 

Há menos de duas semanas, o Senado aprovou o projeto de lei que suspende os pagamentos devidos pelos estudantes ao Fies durante o período de calamidade causado pela pandemia do novo coronavírus. 

“O que o projeto faz, antes tarde do que nunca, é não só suspender, mas ampliar as parcelas, criar condições para um pagamento com diferencial para os profissionais da saúde, inclusive, com redução de até 100% de encargos moratórios”, detalhou a senadora Simone Tebet (MDB) sobre o texto.

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