Cotidiano / Consumidor

Fiscalização encontra medicamentos vencidos em farmácias da Capital

7 drogarias foram autuadas

Tatiana Marin Publicado em 05/07/2017, às 17h52

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7 drogarias foram autuadas

De 8 drogarias fiscalizadas pelo Procon/MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor) em operação que aconteceu nos dias 29 e 30 de junho, 7 foram autuadas. Entre as irregularidades, até medicamentos vencidos foram encontrados.

Além dos remédios com datas expiradas, os estabelecimentos foram autuados também por divergência de preços entre o valor exposto na prateleira e o registrado no caixa e por expor produtos sem preço ou sem informação clara e adequada.

Durante a ação que foi realizada em conjunto com o CRF/MS (Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul) e da Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo), foram descartados 41 itens vencidos. Entre eles, medicamentos anti-inflamatórios, pomadas, analgésicos, suplementos, alimentos para nutrição de crianças e outros produtos, como refrigerantes, sorvete e salgadinhos de milho. O Procon esclarece que quando são localizados produtos vencidos, os fornecedores realizam o descarte na presença dos fiscais.

De acordo com o Procon/MS, em dois estabelecimentos houve diferenças entre os preços dos produtos expostos nas prateleiras os registrados nos caixas. Cerca de 10% do total dos itens integrantes da amostra apresentaram diferença nos preços. Em algumas gôndolas foi verificada também a ausência de etiquetas de preços.

Fiscalização encontra medicamentos vencidos em farmácias da Capital

Segundo o superintendente do Procon/MS, Marcelo Salomão, que participou de parte da operação, as fiscalizações nesses estabelecimentos terão continuidade nos bairros da Capital e também no interior do Estado.

Como denunciar

O Procon Estadual disponibiliza o número 151, por meio do qual os consumidores podem denunciar além de produtos vencidos expostos à venda em farmácias, supermercados e outros estabelecimentos, ausência de preços na vitrine, demora fila de banco e outras lesões nas relações de consumo que demandam fiscalização.

Jornal Midiamax