Cotidiano / Consumidor

Na última hora, consumidores corumbaenses vão em busca dos ovos de Páscoa

A Páscoa é neste domingo, porém muitos consumidores deixaram a compra das guloseimas que marcam a data para a última hora. O resultado não poderia ser outro: falta de produtos nas prateleiras e até filas para a compra dos ovos de chocolate. Os consumidores estão sendo obrigados a adaptar o gosto ao estoque, pois aqueles […]

Arquivo Publicado em 30/03/2013, às 15h43

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A Páscoa é neste domingo, porém muitos consumidores deixaram a compra das guloseimas que marcam a data para a última hora. O resultado não poderia ser outro: falta de produtos nas prateleiras e até filas para a compra dos ovos de chocolate. Os consumidores estão sendo obrigados a adaptar o gosto ao estoque, pois aqueles que deixaram as compras para a véspera, correram o risco de não encontrar a marca e o modelo de ovo que queriam.

As prateleiras que até ao início da semana estavam repletas de variedades, nesta véspera de Páscoa, apresentavam espaços e menor quantidade de ovos de chocolate.

“Estou sentindo falta de algumas marcas, eu sabia que como deixei as compras para última hora enfrentaria isso mesmo. Mas o que importa é que todos receberão alguma lembrança da Páscoa”, disse a dona de casa Maria Martins.

Tradição dos Ovos de Páscoa

O moderno ovo de Páscoa apareceu por volta de 1828, quando a indústria de chocolate começou a desenvolver-se. Ovos gigantescos, decorados, eram a moda das décadas de 1920 e 1930. Porém, o maior ovo e o mais pesado que a história registra, ficou pronto no dia 09 de abril de 1992. É da Cidade de Vitória na Austrália. Tinha 7 metros e dez centímetros de altura e pesava 4 toneladas e 760 quilos.

A origem dos ovos e coelhos é antiga e cheia de lendas. Segundo alguns autores, os anglo-saxões teriam sido os primeiros a usar o coelho como símbolo da Páscoa. Outras fontes, porém, o relacionam ao culto da fertilidade celebrado pelos babilônicos e depois transportado para o Egito. A partir do século VIII, foi introduzido nas festividades da Páscoa um deus teuto-saxão, isto é, originário dos germanos e ingleses. Era um deus para representar a fertilidade e a luz. A figura do coelho juntou-se ao ovo que é símbolo da própria vida. Embora aparentemente morto, o ovo contém uma vida que surge repentinamente; e este é o sentido para a Páscoa, após a morte, vem a ressurreição e a vida.

A Igreja no século XVIII, adotou oficialmente o ovo como símbolo da ressurreição de Cristo. Assim foi santificado um uso originalmente pagão, e pilhas de ovos coloridos começaram a ser benzidos antes de sua distribuição aos fiéis.

Em 1215 na Alsácia, França, surgiu a lenda de que um dos coelhinhos da floresta foi o animal escolhido para levar um ninho cheio de ovos ao principezinho que estava doente. E ainda hoje se tem o hábito de presentear os amigos com ovos, na Páscoa. Não mais ovos de galinha, mas de chocolate. A ideia principal, ressurreição, renovação da vida, foi perdida de vista, mas os chocolates não, eles continuam sendo supostamente trazidos por um coelhinho. Com informações www.jesusvoltara.com.br.

Jornal Midiamax