Servidores da GCM (Guarda Civil Metropolitana) protestam na manhã desta terça-feira (6) em frente à Prefeitura de Campo Grande, na Avenida Afonso Pena, instalando cruzes no gramado para reivindicar adicional de periculosidade e o enquadramento de promoção.

Segundo o presidente do sindicato da categoria, Hudson Bonfim, as cruzes representam o “velório” dos direitos dos servidores. “Estamos pedindo nossos direitos”, disse.

Os protestos acontecem desde o fim de janeiro, após a morte de Célio Guimarães, de 52 anos, que teve 50% do corpo queimado durante um incêndio em uma escola, no Itamaracá.

Após a manifestação no Paço Municipal, o grupo segue para a dos Vereadores pedir reunião com a gestão municipal. Desde o início das reclamações, a (Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social) informou que o enquadramento está em análise e em tratativas junto a Seges (Secretaria Municipal de Gestão) e (Secretaria Municipal de Finanças e Planejamento).

“Por sua vez, a Procuradoria Geral do Município informa que a decisão liminar que determinou ao Município a implementação do adicional de periculosidade foi suspensa pelo Tribunal de Justiça. Portanto, no momento, não há determinação para implementação do adicional de periculosidade de forma imediata, o que deverá obedecer aos estudos técnicos-financeiros e a legislação vigente”.

Foto: Fala Povo, Midiamax