Cotidiano

Vigilância já fechou 72 estabelecimentos por descumprir medidas contra Covid-19 em Campo Grande

Com a chegada da pandemia do coronavírus em março de 2020, logo foi necessária a implantação de medidas restritivas para evitar a contaminação pela nova doença como toque de recolher e capacidade reduzida de público. Porém, o que foi muito comum de se ver, principalmente aos fins de semana, foi o desrespeito a essas regras. […]

Gabriel Maymone Publicado em 31/01/2021, às 09h04 - Atualizado em 01/02/2021, às 07h14

Em Campo Grande, 72 estabelecimentos foram interditados por descumprirem medidas contra COvid-19. (Foto: Ilustrativa)
Em Campo Grande, 72 estabelecimentos foram interditados por descumprirem medidas contra COvid-19. (Foto: Ilustrativa) - Em Campo Grande, 72 estabelecimentos foram interditados por descumprirem medidas contra COvid-19. (Foto: Ilustrativa)

Com a chegada da pandemia do coronavírus em março de 2020, logo foi necessária a implantação de medidas restritivas para evitar a contaminação pela nova doença como toque de recolher e capacidade reduzida de público. Porém, o que foi muito comum de se ver, principalmente aos fins de semana, foi o desrespeito a essas regras. Assim, 72 locais foram interditados em Campo Grande até agora.

O mais recente deles causou revolta pela audácia dos organizadores. O show sertanejo da dupla Ícaro e Gilmar reuniu mais de 15 mil pessoas no último sábado (24). Após o evento, que além de não ter autorização para ser realizado pela Vigilância Sanitária e descumpriu várias normas sanitárias, a prefeitura aplicou multa de R$ 15 mil e interditou o Terra Nova Eventos.

Conforme a prefeitura, de março de 2020 até o dia 26 de janeiro de 2021, foram realizadas 144 autuações e 72 interdições de estabelecimentos por descumprimento de decretos vigentes em razão da pandemia de Covid-19. No total, foram averiguadas 7.489 denúncias.

Festa ilegal com 15 mil pessoas revolta até quem é do setor de eventos
Imagens mostram pessoas aglomeradas e sem uso de máscaras de proteção (Imagem: Reprodução)

Entre as principais irregularidades encontradas estão o funcionamento em horário não permitido em desacordo com o toque de recolher, e inobservância às medidas de biossegurança, como distanciamento social, uso de máscaras e lotação acima da capacidade.

As penalidades se distinguem entre advertência, interdição e multa, que pode variar de R$ 100 a R$ 15 mil, conforme o Código Sanitário Municipal.

Jornal Midiamax