Cotidiano

Sem necessidade de transferência, paciente suspeito de fungo negro continua internado em Corumbá

Segundo caso suspeito de MS é um paciente Covid-19 de 50 anos, que sofre de obesidade e hipertensão

Dândara Genelhú Publicado em 03/06/2021, às 16h13

Doença é considerada como oportunista por se aproveitar de pessoas debilitadas.
Doença é considerada como oportunista por se aproveitar de pessoas debilitadas. - Foto: Reprodução.

O paciente em tratamento por Covid-19 com suspeita de fungo negro continua internado em Corumbá, a 426 km de Campo Grande. De acordo com a SES (Secretaria de Estado de Saúde), “não há necessidade de transferência do paciente”.

Este é o segundo caso suspeito de fungo negro em Mato Grosso do Sul. Em nota, a SES informou ao Jornal Midiamax que “o paciente está tendo todo o tratamento necessário em Corumbá”.

Mais cedo, a Secretaria de Saúde de Corumbá afirmou que o material do paciente já “foi coletado e encaminhado para análise”. Este é o procedimento padrão de MS, “que realiza a análise de qualquer situação que fuja da normalidade de pacientes internados”.

Além disso, a Secretaria de Corumbá informou que “até o momento não houve confirmação”. A SES afirmou que continua com “as ações que já estão em andamento”.

Em nota explicou que “os alertas do Cievs são para auxiliar os profissionais de saúde no diagnóstico precoce e tratamento adequado da doença”. Assim, a Secretaria estadual lembrou que “o fungo negro é uma doença chamada de oportunista. Ela não é uma doença transmissível”.

Então, a Secretaria de Saúde de Corumbá reforçou “que não há motivo para pânico pois a doença não é transmitida de pessoa para pessoa”. O fungo se desenvolve e evolui para quadros graves em pessoas com sistema imunológico afetado ou comorbidades não reguladas, como a diabetes.

Jornal Midiamax