Cotidiano

Resultado da vacinação em idosos deve aparecer fim de março e Campo Grande vai monitorar

A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) espera que o resultado da vacinação em idosos deve começar a surtir efeito nos óbitos e internações a partir do fim de março, que é quando começa o período de 15 dias após a aplicação da 2ª dose, momento em que a pessoa é considerada imunizada. “Vamos começar a […]

Gabriel Maymone Publicado em 08/03/2021, às 10h06 - Atualizado às 10h18

(Foto: Leonardo de França, Midiamax)
(Foto: Leonardo de França, Midiamax) - (Foto: Leonardo de França, Midiamax)

A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) espera que o resultado da vacinação em idosos deve começar a surtir efeito nos óbitos e internações a partir do fim de março, que é quando começa o período de 15 dias após a aplicação da 2ª dose, momento em que a pessoa é considerada imunizada.

“Vamos começar a monitorar. A 2ª dose nos idosos acima de 90 anos terminou no sábado (06). Depois de 15 dias considera o paciente imunizado”, comentou o secretário municipal de saúde, José Mauro Filho.

Para o secretário, a saída é a vacinação em massa. “A saída é a vacinação. Os número iniciais de pacientes de 90 anos vão vir agora. Em São Paulo, não houve óbitos em idosos acima de 94 anos, por exemplo”, observou.

Conforme o ‘vacinômetro’, Campo Grande já aplicou a 2ª dose em 1.145 pessoas acima de 90 anos. Até o fim da vacinação dos idosos a partir de 80 anos devem ser aplicadas cerca de 13,3 mil doses.

Batalha contra Covid-19

Enquanto não é possível vacinar mais pessoas, pois o município depende do envio de doses do governo federal, Campo Grande segue com outras medidas para conter o avanço da Covid-19. No fim de semana, foram abertos 7 novos leitos UTIs na Clínica Campo Grande e outros 45 devem ser ativados nos próximos dias.

Além disso, a prefeitura determinou o retorno das barreiras sanitárias nas entradas da cidade e a desinfecção de terminais, feiras e ruas.

Então, em relação a restrição mais severa, o lockdown, o secretário pontuou que esse não deve ser o caminho a ser seguido por Campo Grande. “A medida mais restritiva tem suas consequências, temos que ampliar esse diálogo entre todos os setores para que se ache o meio termo, e o prefeito tem feito isso desde o início”, observou.

Jornal Midiamax