Obras de revitalização da avenida Calógeras devem começar em outubro

Entre as mudanças, avenida terá 1,5 km de ciclovia e corredor exclusivo para ônibus
| 06/08/2021
- 16:52
Obras de revitalização da avenida Calógeras devem começar em outubro
Divulgação/PMCG

As obras de da avenida Calógeras devem começar em outubro em Campo Grande. A avenida é o eixo de ligação do centro da cidade com os terminais Morenão e Guaicurus e integra o corredor sul do transporte coletivo, que se completa com as avenidas Mato Grosso, Gury Marques, Helio de Castro Maia e rua Rui Barbosa. 

Nesta sexta-feira (6), foi publicada a homologação da concorrência pública da empresa que vai executar a obra com recurso do Projeto de Mobilidade Urbana, com contrapartida do município. Segundo informou a Prefeitura, a Calógeras será recapeada em toda sua extensão, 3,5 km entre as avenidas Mato Grosso e Salgado Filho. 

Ao todo, serão implantados 1.540 metros de ciclovia, corredor exclusivo para os ônibus, cinco estações de embarque e desembarque, além da sinalização de trânsito. O projeto prevê ainda a implantação de 2.631 metros de drenagem para captar a enxurrada que desce das transversais, eliminando pontos de alagamento.

Os ciclistas poderão trafegar com mais segurança desde o Aeroporto Internacional, pela ciclovia da Avenida Duque de Caxias, prosseguir na faixa da Afonso Pena e, no futuro, chegar até a entrada das Moreninhas, com a ciclovia projetada para a Avenida Costa e Silva, que se conectará com a existente na Gury Marques.

Os corredores de transporte estão previstos no Plano Municipal de Mobilidade Urbana, em vigor desde 2015. São 69 quilômetros de pistas exclusivas para os ônibus trafegarem entre os terminais Guaicurus, Morenão, General Osório e Nova Bahia, passando pelo Centro da cidade.  Segundo técnicos da (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), com as pistas exclusivas, os ônibus deixam de disputar espaço no trânsito com os demais veículos. A expectativa é aumentar em até 62% a velocidade média (de 16 para 25 km/h) dos coletivos. O resultado será um tempo de espera menor para o usuário, sem necessidade de aumentar a frota, o que encarece o custo final da tarifa.

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