Cotidiano

Mudanças no decreto: confira como funcionam ônibus e supermercados em Campo Grande

O decreto municipal passou por mudanças e as regras do ‘fecha tudo’ foram modificadas. Um dos pontos importantes trata dos supermercados.

Mylena Rocha Publicado em 23/03/2021, às 07h58 - Atualizado às 22h41

Centro ficou vazio durante 'fecha tudo'. (Foto: Marcos Ermínio)
Centro ficou vazio durante 'fecha tudo'. (Foto: Marcos Ermínio) - Centro ficou vazio durante 'fecha tudo'. (Foto: Marcos Ermínio)

O decreto municipal passou por mudanças e as regras para a semana do ‘fecha tudo’ foram modificadas. Um dos pontos importantes é que os supermercados não podem abrir depois do toque de recolher às 20 horas na Capital. Antes, os estabelecimentos poderiam continuar funcionando por serem considerados essenciais. 

Além disso, os horários dos ônibus também mudaram por conta das aglomerações no primeiro dia de fecha tudo. Confira:

O que mudou? 

Supermercados

Após mudança no decreto, a Prefeitura restringiu o horário de funcionamento dos supermercados para até às 20h, para evitar a circulação de pessoas durante o toque de recolher. Alteração no decreto retirou os estabelecimentos da lista de permissões de funcionamento durante o toque de recolher.

Conforme o decreto municipal, podem funcionar durante o toque de recolher somente os serviços de saúde de urgência e emergência, os serviços de transporte, os serviços de alimentação por meio de delivery, as farmácias/drogarias, os serviços funerários e indústrias.

Ônibus

A partir desta terça-feira, o transporte público passa a ter frota de ônibus com horários de sábado, com mais ônibus nas ruas. Antes, os ônibus estavam circulando com escala de domingo. 

De acordo com o Consórcio Guaicurus, a partir desta terça-feira (23), os passageiros que precisarem seguir para o trabalho terão maior disponibilidade nos horários. Ainda conforme a empresa, a decisão foi tomada com a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) após a alta demanda de passageiros no primeiro dia do ‘fecha tudo’. Na segunda-feira (22), a tabela operacional contava com 86 linhas e a partir desta terça (23) serão 116. A relação de linhas especiais está disponível no site do Consórcio.

O que continua?

Restaurantes e lanchonetes

Restaurantes, lanchonetes, padarias, confeitarias também podem funcionar nesta semana, mas é proibido o consumo de alimentos e bebidas no local.

Conveniências

Com a alteração no decreto, as conveniências também poderão atender. Porém, somente com delivery, os estabelecimentos não poderão receber os clientes.

Bancos

Serviços bancários de autoatendimento podem abrir, mas somente são permitidas atividades bancárias internas essenciais ao funcionamento do sistema bancário.

Delivery

Os serviços de delivery, drive-thru e pegue e leve somente são permitidos para as atividades listadas no decreto. É permitida a entrega em estabelecimentos como restaurantes, lanchonetes, padarias, conveniências, gás e água.

Correios e entregas

Conforme o decreto municipal, os serviços postais estão listados como atividades que podem funcionar em Campo Grande. Ou seja, campo-grandenses devem continuar recebendo suas encomendas mesmo com o fecha tudo.

Escolas e universidades

Serviços educacionais, como escolas e universidades, que queiram manter as atividades mesmo com os feriados antecipados, podem continuar funcionando. Porém, as aulas devem ocorrer na modalidade à distância.

Lazer nos condomínios

O uso de áreas comuns nos condomínios é essencial. Porém, não está permitido o mergulho em piscinas e a aberturas das academias locais. Também estão vedados os usos de saunas, esportes coletivos e salões de festas. Nas demais áreas, está permitido o uso em até 40% da capacidade.

Pet shops

Os pet shops e estabelecimentos que prestam assistência veterinária podem continuar abertos em Campo Grande, mas apenas para venda de ração animal e atendimentos de urgência.

Igrejas

As igrejas estão listadas no decreto como ‘essenciais’, ou seja, podem abrir e promover missas ou cultos, contanto que sigam as regras de biossegurança.

Jornal Midiamax