Cotidiano

Contra pesca predatória, PMA intensifica operação no rios de MS neste feriado prolongado

Cardumes estão maiores nessa época devido a proximidade da época de reprodução

Fábio Oruê Publicado em 04/09/2021, às 11h58

Principais pontos de pesca foram mapeados pela fiscalização
Principais pontos de pesca foram mapeados pela fiscalização - Foto: Divulgação/ PMA

A PMA (Polícia Militar Ambiental) intensificou a fiscalização nos rios de Mato Grosso do Sul neste feriado prolongado para combater a pesca predatória. Com vários dias de folga, muitas pessoas aproveitam e vão para a beira do rio pescar e podem cometer alguns abusos. 

A corporação está realizando a Operação “Hot Point” desde quarta-feira (1º) e alertam que nos meses de setembro e outubro, os cardumes começam a ficar maiores, em função da proximidade com o período da Piracema, época de reprodução das espécies, o que facilita a captura do pescado.

Os principais pontos foram mapeados, conforme os dados de ocorrências de pesca predatória no Estado. A fiscalização preventiva ostensiva conta com 325 policiais de 26 subunidades do Estado até meia-noite do dia 4 de novembro, que mantém a vigilância nos pontos mais críticos que são as cachoeiras e corredeiras, entre outros. 

O setor de inteligência também fará o levantamento de informações sobre locais com maior concentração de pescadores. Durante a Operação os trabalhos administrativos serão reduzidos, para que o foco seja a ação de fiscalização nos rios, com a participação do maior número de policiais, que além de reprimir a pesca predatória, também combate o tráfico de papagaios em determinadas regiões. 

Outros crimes ambientais também serão prevenidos durante estas atividades, como transporte de produtos perigosos, desmatamento, exploração ilegal de madeira, incêndios, às carvoarias ilegais e ao transporte de carvão e de outros produtos florestais, caça, bem como demais crimes contra a flora.

A PMA também fará barreiras que vai contribuir para desmantelar outros crimes, como tráfico de drogas, porte ilegal de armas e contrabando.

Jornal Midiamax