Com aprovação do CRMV-MS, castramóvel de Campo Grande deve iniciar atendimento em fevereiro

O CRMV-MS (Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul), aprovou, na tarde desta sexta-feira (8), o funcionamento do primeiro castramóvel de Campo Grande. Por conta da ‘burocracia’ na documentação do veículo, o atendimento está previsto apenas para o mês de fevereiro. Segundo o conselho, a aprovação foi unanime durante a a 301ª Sessão […]
| 08/01/2021
- 20:31
Com aprovação do CRMV-MS, castramóvel de Campo Grande deve iniciar atendimento em fevereiro
Veículo custou R$ 198,3 mil. (Foto: Divulgação/PMCG) - Veículo custou R$ 198,3 mil. (Foto: Divulgação/PMCG)

O CRMV-MS (Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul), aprovou, na tarde desta sexta-feira (8), o funcionamento do primeiro castramóvel de Campo Grande. Por conta da ‘burocracia’ na documentação do veículo, o atendimento está previsto apenas para o mês de fevereiro.

Segundo o conselho, a aprovação foi unanime durante a a 301ª Sessão Plenária Ordinária da entidade. O presidente do CRMV, Rodrigo Piva, a unidade divulgou a Resolução nº 91/2020, com detalhes e exigências necessárias para realizar as ações, campanhas e programas de esterilização cirúrgica.

“De modo geral, para realizar um programa de controle populacional no município, faz-se necessário submeter o projeto ao CRMV-MS do com antecedência mínima de 60 dias ao início previsto para a execução das atividades, as quais só poderão ocorrer após a aprovação. É obrigatório que a ação tenha um médico-veterinário Responsável Técnico (RT), com a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) homologada”, disse.

De acordo com a Resolução CRMV-MS nº 91/2020 no artigo 2º e 3º é necessário que o médico veterinário seja responsável técnico para a realização dos procedimentos cirúrgicos. Além disso, é obrigatória a apresentação de anotação de Responsabilidade Técnica com médico veterinário homologada pelo conselho para elaborar um projeto de controle controle populacional de cães e gatos.

Outra exigência é que o conselho avalie e aprove as ações realizadas durante o funcionamento dos trabalhos, com 60 dias de antecedência, no mínimo.

Conforme a prefeitura municipal, em nota, com a chegada do veículo em dezembro de 2020, a expectativa era é que os atendimentos começassem em janeiro deste ano. Porém, com parte ‘burocrática’ da documentação, ainda não é possível determinar uma data do início dos trabalhos nos bairros da cidade.

“Apesar de o CCZ (Centro de Controle de Zoones) ter dado entrada na documentação ainda em agosto, somente com fotos do veículo, após o recebimento em dezembro, é que foi possível pedir a autorização para funcionamento”, comunicou.

Atendimento gratuito

Os tutores com família de baixa renda e usuária do SUS (Sistema Único de Saúde), terão prioridade nos atendimentos. A coordenadora do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), Dra. Juliana Rezende Araújo, explica que haverá um cadastramento prévio nos bairros de menor renda em nossa Capital.

“No dia da , além da equipe responsável pela castração, haverá outra equipe responsável por repassar informações sobre Guarda Responsável e Educação em Saúde”, ressaltou.

O objetivo é atender, em média, 30 castrações por fim de semana, sendo 10 em animais machos e 20 em animais fêmeas. Por conta dos feriados do , houve atraso na documentação.

“Por isso, iremos dar início aos mutirões de castração apenas em fevereiro, pois esse é o prazo para que todos os equipamentos e materiais para a cirurgia tenham chegado, garantindo assim o bem-estar do animal”, finaliza a coordenadora.

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