Cotidiano

Apesar de rodovias bloqueadas, Sinpetro pede que motoristas não façam 'busca desenfreada' por combustível em MS

Se bloqueios persistirem, pode haver risco de racionamento, disse sindicato mais cedo

Mariane Chianezi Publicado em 09/09/2021, às 14h23

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Leonardo de França, Midiamax/de arquivo

Apesar do risco de racionamento, o Sinpetro-MS (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência de Mato Grosso do Sul) fez apelo aos motoristas para que não promovam "busca desenfreada" por combustível nos postos do Estado. Confira aqui quais pontos de rodovias federais e estaduais de MS estão bloqueados.

Antes de alguns pontos de rodovias serem liberados para o tráfego, mais cedo, o sindicato disse que, caso as paralisações continuassem por mais de 24h, haveria risco de racionamento de combustível nos postos do Estado.

A instituição explica que durante o trajeto de Paulínia-SP e de Araucária-PR, onde se concentram as refinarias até as bases de Campo Grande, devido a alguns trechos de manifestações, mesmo com o trânsito fluindo, as cargas estão demorando um pouco mais do que o normal para chegar ao estado.

Por fim, diz que os protestos dos caminhoneiros que acontecem atualmente ainda não têm semelhança com a greve dos motoristas ocorrida em 2018. Confira a nota na íntegra:

"Diante de diversas notícias que circulam nas mídias sociais, o SINPETRO-MS, esclarece que em nenhum momento desde o início das manifestações ocorridas no dia 07 de Setembro, não houve desabastecimento de combustíveis tanto nas bases das distribuidoras como também nos postos da capital e interior. Ocorre que durante o trajeto de Paulínia-SP e de Araucária-PR, onde concentra-se as refinarias até as bases de Campo Grande/MS, devido em alguns trechos existir manifestações pacíficas, mas sem travamento de trânsito, as cargas estão demorando um pouco mais do que o normal, mas nada que interfira no abastecimento dos postos, até o presente momento. Portanto, não há necessidade da busca desenfreada pelos consumidores aos postos, não observamos, até o momento, qualquer semelhança com a greve em 2018".

Jornal Midiamax