Cotidiano

Teiú aparece em escola no Santo Antônio e PMA diz que nem sempre é caso de remoção

Um lagarto da espécie teiú assustou os trabalhadores de uma escola localizada no bairro Santo Antônio. O animal apareceu na manhã desta segunda-feira (6) e estaria bem arisco. De acordo com uma das funcionárias do local, o teiú chegou a entrar no motor de um carro e estaria bem agitado. “Ele tava aqui no canteiro […]

Ana Paula Chuva Publicado em 06/01/2020, às 14h16 - Atualizado às 14h46

Animal apareceu na escola por volta das 11h desta segunda-feira.
Animal apareceu na escola por volta das 11h desta segunda-feira. - Animal apareceu na escola por volta das 11h desta segunda-feira.

Um lagarto da espécie teiú assustou os trabalhadores de uma escola localizada no bairro Santo Antônio. O animal apareceu na manhã desta segunda-feira (6) e estaria bem arisco.

De acordo com uma das funcionárias do local, o teiú chegou a entrar no motor de um carro e estaria bem agitado. “Ele tava aqui no canteiro da escola, ai se moveu até o pneu do carro e entrou no motor. Ele está bem bravo e arisco, estamos preocupados com quem passa por aqui e com o bicho também, tadinho”, destacou.

Teiú aparece em escola no Santo Antônio e PMA diz que nem sempre é caso de remoção
Depois de algumas horas ele se escondeu em um carro que estava estacionado no local.

Segundo a mulher eles chegaram a ligar para a PMA (Polícia Militar Ambiental) e foram informados de que não haveria viatura no momento para buscar o animal. “Nós ligamos na PMA, disseram que estavam sem viatura, não sabemos quem pode nos ajudar. Estamos realmente preocupados”, disse.

Ao Jornal Midiamax, o tenente-coronel Edmilson Queiroz da PMA, ressaltou que o aparecimento de animais em Campo Grande é comum. “Campo Grande é uma cidade de muitas reservas ambientais, paramos de envelopar córregos então, você protege a flora, você também protege a fauna. Precisamos aprender a conviver com o aparecimento desses animais, porque muitas vezes tem habitat próximo”, explicou.

Além disso ele destacou que é importante não se aproximar, mesmo que o animal não ofereça risco, ele pode se sentir ameaçado e agir para se proteger. “O que é essa convivência? É deixar o animal seguir seu curso, porque se existir área de habitat próximo ele vai voltar por isso nem sempre é caso de remoção. Se um cachorro estiver comendo um osso e você se aproximar ele vai atacar”, informou.

Já sobre o caso do teiú, o tenente-coronel informou que uma equipe foi até a escola, e um dos trabalhadores disseram que o lagarto estaria vivendo em um terreno baldio, há aproximadamente dois anos, ao lado da escola e que acabou saindo por conta dos trabalhos de reforma no local, mas que já teria ido embora por volta das 14h.

* Matéria editada às 14h39 para acréscimo de informação.

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