Cotidiano

Postos rebatem sindicato e alegam baixo índice de contaminação da categoria

O Sinpetro-MS (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo e Lubrificantes de Mato Grosso do Sul) rebateu nota emitida pelo Sinpospetro (Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis e Derivados de Petróleo de MS), que denúncia a falta de medidas de biossegurança contra Covid-19 tomada pelos postos. Em nota, a Sinpetro informou que a […]

Gabriel Maymone Publicado em 14/12/2020, às 11h38

Sinpetro afirma que postos estão tomando medidas de biossegurança.  (Foto: Leonardo França, Midiamax)
Sinpetro afirma que postos estão tomando medidas de biossegurança. (Foto: Leonardo França, Midiamax) - Sinpetro afirma que postos estão tomando medidas de biossegurança. (Foto: Leonardo França, Midiamax)

O Sinpetro-MS (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo e Lubrificantes de Mato Grosso do Sul) rebateu nota emitida pelo Sinpospetro (Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis e Derivados de Petróleo de MS), que denúncia a falta de medidas de biossegurança contra Covid-19 tomada pelos postos.

Em nota, a Sinpetro informou que a denúncia da categoria estaria equivocada. “Pelo que temos conhecimento dos 530 postos, os 303 associados estão atendendo os protocolos de biossegurança, fornecendo todos os equipamentos de segurança e proteção inclusive muitos empresários mandaram fabricar mascaras com a própria logo do posto, isso é facilmente verificado com o baixo índice de contaminação na categoria”.

Ainda conforme o sindicato que representa os donos dos postos de combustíveis, o índice de contaminação dos trabalhadores em postos é baixa. “Desde o inicio da pandemia, dos 10 mil funcionários da categoria, menos de 4 % foram diagnosticado com Covid-19”, consta na nota.

Denúncia

Na sexta-feira, o Sinpospetro havia emitido nota relatando o descaso de postos de combustíveis em MS, que não estariam orientando os clientes sobre os cuidados que devem ser tomados e estão deixando os funcionários sem o fornecimento de materiais fundamentais para evitar a doença como máscaras de proteção e álcool em gel.

“Temos recebido muitas reclamações de funcionários que estariam sendo obrigados a comprar máscaras e até álcool em gel para sua proteção individual no ambiente de trabalho onde lida com consumidores diversos e de variadas regiões da cidade, do Estado e até do país”, informa o presidente da Sinpospetro-MS, José Hélio da Silva.

Jornal Midiamax