Nível do Rio Paraguai cai mais ainda em três pontos monitorados em MS, aponta Imasul

Boletim divulgado pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) indica que o nível do Rio Paraguai caiu ainda mais nesta quarta-feira (7) em todos os três pontos monitorados. O rio enfrenta uma de suas piores secas dos últimos 110 anos.  Nesta quarta-feira, o nível caiu mais 3 centímetros em Ladário, medindo […]
| 07/10/2020
- 12:42
Nível do Rio Paraguai cai mais ainda em três pontos monitorados em MS, aponta Imasul
No Rio Paraguai, é possível visualizar alguns bancos de areia em trechos mais críticos. (Foto: ABC Color) - No Rio Paraguai, é possível visualizar alguns bancos de areia em trechos mais críticos. (Fot

Boletim divulgado pelo Imasul (Instituto de de Mato Grosso do Sul) indica que o nível do Rio caiu ainda mais nesta quarta-feira (7) em todos os três pontos monitorados. O rio enfrenta uma de suas piores secas dos últimos 110 anos. 

Nesta quarta-feira, o nível caiu mais 3 centímetros em Ladário, medindo -14cm. Ontem, o nível estava em -11cm. Assim, em outros dois pontos houve queda também: Em Porto Esperança – distrito de Corumbá, a medição que estava em -79cm caiu para -81cm. Já em Porto Murtinho, a queda foi menor, de 120cm para 119cm.

Outro rio que enfrenta situação considerada abaixo do nível histórico é o Aquidauana. No ponto do município de mesmo nome, o nível se mantém em 184cm, considerado abaixo do ideal.

Seca histórica

Considerada uma das estiagens mais severas dos últimos tempos, a seca fez com que fosse necessário uma intervenção de dragagem.

Nível do Rio Paraguai cai mais ainda em três pontos monitorados em MS, aponta Imasul

Conforme o site Paraguay Fluvial, uma das maiores dragadoras do mundo, a belga Jan de Nul, finalizou esta semana a retirada de sedimentos do fundo do leito do rio Paraguai na altura do km 61, local conhecido como Paso Queso, zona crítica para a navegação atualmente.

A embarcação com 93 metros de comprimento fará a dragagem de 63,4 mil metros cúbicos, prevendo deixar uma profundidade de 3,5 metros abaixo de zero e uma largura de canal de 100 metros.

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No total, há 34,01 milhões de casos e 679.996 óbitos pela doença

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